De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, o casal teria iniciado uma discussão dentro da residência, que evoluiu para agressões físicas. Durante a confusão, familiares conseguiram retirar as crianças que estavam no imóvel. Ainda segundo o registro policial, o agente pegou a arma funcional, agrediu a mulher e efetuou disparos contra ela antes de deixar o local. Testemunhas contaram que o guarda retornou pouco tempo depois e voltou a atirar na vítima.
Nájylla chegou a receber atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi tratado como feminicídio. Conforme informou a Guarda Municipal, o próprio agente acionou a corporação após o crime. Ele foi encaminhado para a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde acabou autuado em flagrante.
“A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência”, informou a corporação em nota. A Guarda também informou que a Corregedoria acompanha o caso e deve instaurar procedimentos administrativos e disciplinares para apurar a conduta do servidor.
O suspeito integra a Guarda Municipal desde 1998. Atualmente, ele trabalhava em funções internas em uma das bases operacionais da corporação. (Correio 24h)
O pesquisador Allan Ribeiro Pimenta, natural de Feira de Santana, recebeu nesta semana o título de PhD em Engenharia de Transportes e Urbanismo pela Monash University, em Melbourne, na Austrália.
A conquista marca o encerramento de uma trajetória iniciada ainda na adolescência, quando trabalhava como flanelinha e lavador de carros para ajudar na renda familiar. O fato foi publicado em reportagem do Acorda Cidade.
Ao relatar a própria história nas redes sociais, Allan destacou que o significado do diploma ultrapassa o reconhecimento acadêmico. Segundo ele, a trajetória representa o impacto da educação pública, das políticas de inclusão e das oportunidades de acesso ao ensino superior.
Filho de trabalhadores, Allan cresceu em uma família de baixa renda em Feira de Santana. A mãe complementava o orçamento doméstico com a venda de salgados, pizzas e bolos, enquanto o pai atuava como segurança até se aposentar por invalidez em razão de problemas de saúde.
Ainda adolescente, começou a trabalhar para contribuir financeiramente com a família. Conforme o pesquisador, a universidade parecia uma realidade distante durante parte da juventude. Ele afirma que passou a enxergar o ensino superior como possibilidade concreta após a implementação das políticas de cotas e também por influência de um professor de matemática do Colégio Modelo, que o incentivou a seguir os estudos.
Há 16 anos, Allan ingressou na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Durante a graduação, conciliou estudos e estágio com longos deslocamentos diários no transporte público. Em relato pessoa, afirmou que chegou a utilizar até oito ônibus por dia para cumprir a rotina acadêmica e profissional. Foi a partir dessa experiência que surgiu o interesse pela área de transportes e urbanismo.
Allan decidiu direcionar a carreira acadêmica para o estudo da mobilidade urbana e das desigualdades sociais relacionadas ao planejamento das cidades. Durante a graduação em Engenharia Civil, participou do programa Ciências sem Fronteiras, experiência que abriu caminho para a trajetória internacional.
Depois, concluiu mestrado em Abu Dhabi e, em seguida, o doutorado na Austrália, ambos com bolsas integrais financiadas pelos governos dos países onde estudou.
Via Bahia Notícias
De acordo com a advogada Juliana Irineu, responsável pela defesa do médico, ele foi levado à força da própria residência após ser surpreendido por funcionários da clínica. O profissional relata que dormia no apartamento dos pais quando foi chamado pela mãe para ajudar o irmão. Ao abrir a porta do quarto, encontrou quatro homens, que o imobilizaram.
“Houve luta corporal. Ele resistiu por cerca de duas horas, pedia um advogado, dizia que não estava drogado e solicitava exames”, afirmou a advogada. Ainda de acordo com a defesa, o médico foi colocado em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado diretamente para a clínica.
Durante o período de internação, o médico afirma que teve o celular e os documentos retidos e passou dias sem avaliação adequada. Apenas três dias após dar entrada na clínica, foi submetido a um laudo psiquiátrico, que o classificou como dependente de cocaína.
“Não houve exame toxicológico para comprovar essa dependência. Ele pedia insistentemente novos exames e uma reavaliação psiquiátrica, mas não era atendido”, disse Juliana.
O paciente relata ainda que era medicado diariamente sem consentimento e sem saber exatamente quais substâncias estava ingerindo. Segundo ele, o ambiente e a falta de autonomia agravaram o seu estado emocional. *Ler mais no Metrópoles.
Além do recolhimento, a Anvisa também suspendeu temporariamente a fabricação, comercialização, distribuição e utilização dos produtos envolvidos, após identificar irregularidades consideradas graves durante uma fiscalização realizada na fábrica.
A inspeção foi conduzida em parceria com órgãos da Vigilância Sanitária do estado e do município de Amparo. Segundo o órgão federal, foram encontradas falhas em etapas importantes da produção, incluindo problemas relacionados ao controle de qualidade e aos sistemas de garantia sanitária dos produtos.
De acordo com a Anvisa, as irregularidades podem comprometer as normas de Boas Práticas de Fabricação e gerar riscos à saúde dos consumidores, inclusive com possibilidade de contaminação microbiológica por microrganismos nocivos.
A agência informou que a decisão tem caráter preventivo e busca proteger a população até que a situação seja totalmente apurada e regularizada.
A mudança seria analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nesta quinta-feira (7), mas a decisão foi adiada para segunda-feira (11). O objetivo do governo é reduzir a importação de gasolina diante da alta internacional dos combustíveis.
Segundo entidades do setor, o uso de gasolina com 32% de etanol exigiria testes com mistura de até 34%, o que ainda não ocorreu. As associações alertam para possíveis problemas de corrosão, desgaste de peças e falhas no funcionamento de motores, principalmente em veículos movidos apenas a gasolina.
Em ofício enviado ao Ministério de Minas e Energia, entidades como a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores defenderam mais estudos técnicos antes da adoção da medida.
O governo afirma que testes realizados em 2025 indicaram viabilidade da mudança e estima redução de 454 milhões de litros na importação de gasolina, além de menor emissão de carbono. (Ubatã Notícias)