O pesquisador Allan Ribeiro Pimenta, natural de Feira de Santana, recebeu nesta semana o título de PhD em Engenharia de Transportes e Urbanismo pela Monash University, em Melbourne, na Austrália.
A conquista marca o encerramento de uma trajetória iniciada ainda na adolescência, quando trabalhava como flanelinha e lavador de carros para ajudar na renda familiar. O fato foi publicado em reportagem do Acorda Cidade.
Ao relatar a própria história nas redes sociais, Allan destacou que o significado do diploma ultrapassa o reconhecimento acadêmico. Segundo ele, a trajetória representa o impacto da educação pública, das políticas de inclusão e das oportunidades de acesso ao ensino superior.
Filho de trabalhadores, Allan cresceu em uma família de baixa renda em Feira de Santana. A mãe complementava o orçamento doméstico com a venda de salgados, pizzas e bolos, enquanto o pai atuava como segurança até se aposentar por invalidez em razão de problemas de saúde.
Ainda adolescente, começou a trabalhar para contribuir financeiramente com a família. Conforme o pesquisador, a universidade parecia uma realidade distante durante parte da juventude. Ele afirma que passou a enxergar o ensino superior como possibilidade concreta após a implementação das políticas de cotas e também por influência de um professor de matemática do Colégio Modelo, que o incentivou a seguir os estudos.
Há 16 anos, Allan ingressou na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Durante a graduação, conciliou estudos e estágio com longos deslocamentos diários no transporte público. Em relato pessoa, afirmou que chegou a utilizar até oito ônibus por dia para cumprir a rotina acadêmica e profissional. Foi a partir dessa experiência que surgiu o interesse pela área de transportes e urbanismo.
Allan decidiu direcionar a carreira acadêmica para o estudo da mobilidade urbana e das desigualdades sociais relacionadas ao planejamento das cidades. Durante a graduação em Engenharia Civil, participou do programa Ciências sem Fronteiras, experiência que abriu caminho para a trajetória internacional.
Depois, concluiu mestrado em Abu Dhabi e, em seguida, o doutorado na Austrália, ambos com bolsas integrais financiadas pelos governos dos países onde estudou.
Via Bahia Notícias
Iniciativa busca capacitar profissionais da educação em primeiros socorros e ampliar a segurança dos estudantes no ambiente escolar
Durante o encontro, foram discutidas estratégias para fortalecer a integração entre os setores da educação e da saúde, visando a capacitação dos profissionais em primeiros socorros. O treinamento inclui orientações sobre como agir em casos de engasgos, paradas cardiorrespiratórias e outras ocorrências que possam colocar em risco a saúde dos alunos dentro do ambiente escolar.
O Projeto Lei Lucas reforça o compromisso da gestão municipal com a proteção e o bem-estar das crianças e adolescentes, investindo em prevenção, conhecimento e respostas rápidas em situações de urgência. A ação representa um avanço importante para a segurança nas escolas, promovendo um ambiente mais preparado e acolhedor para toda a comunidade escolar.
Indicação do vereador Marcio Fatel destaca ações conduzidas por Caio Pina, com apoio de Sandro Futuca, que resultaram em investimentos, distribuição de materiais e melhora nos índices educacionais
Sob a liderança do prefeito e com atuação direta do vice-prefeito e secretário de Educação Caio Pina, a educação municipal vem passando por uma transformação visível, com investimentos concretos e resultados que já impactam a vida da população.
Entre as ações de maior alcance estão a entrega de 3.800 fardamentos, 3.000 kits escolares e 2.000 mochilas, garantindo dignidade e melhores condições de aprendizado para milhares de alunos. As melhorias também chegaram à zona rural, com reformas de escolas, além da implantação do primeiro colégio cívico-militar de gestão compartilhada, ampliando oportunidades e fortalecendo a disciplina na rede.
Outro destaque da gestão é o fortalecimento do programa EJA, que tem devolvido a esperança a jovens e adultos que voltaram a estudar com acesso a transporte gratuito, alimentação, fardamento e até incentivo financeiro.
Os números comprovam o avanço: dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira mostram que Ibirataia superou a meta nacional de alfabetização, alcançando 63,41% — muito acima dos 47,09% previstos.
A moção aprovada pela Câmara reforça o que já é percebido nas ruas: a educação de Ibirataia vive um novo tempo, marcado por trabalho, investimento e resultado. A gestão de Sandro Futuca consolida, assim, um modelo que alia compromisso social e eficiência, colocando o município em destaque na região.
Para o autor da proposta, o reconhecimento reflete um trabalho contínuo que vem gerando impactos positivos na vida dos estudantes e de toda a comunidade escolar. A moção simboliza o respaldo do Legislativo às ações desenvolvidas pela gestão educacional do município.
A ação permitiu identificar o tipo sanguíneo dos estudantes, informação essencial para situações de urgência e para o fortalecimento das políticas de saúde no ambiente escolar. A atividade também reforça o compromisso do município com o cuidado integral dos alunos, ampliando o acesso a serviços básicos e promovendo a educação em saúde dentro das instituições de ensino.
O secretário de Saúde, Elmar Lopes, destacou a importância da iniciativa: “Estamos trabalhando para levar serviços essenciais diretamente à população, especialmente aos nossos estudantes. A tipagem sanguínea é uma medida simples, mas extremamente importante, que pode salvar vidas e garantir mais segurança para todos”, afirmou.
A proposta foi votada após tentativas de obstrução por parte da oposição e críticas de parlamentares. O deputado Luciano Ribeiro (União Brasil) argumentou que, apesar da adequação ao piso, o Estado ainda não garantiria uma remuneração equivalente ao salário mínimo da categoria em todos os casos.
Já o deputado Hilton Coelho (Psol) apresentou uma emenda propondo a antecipação total do reajuste, em substituição ao modelo escalonado previsto no projeto original. O relator da matéria, deputado Vitor Bonfim (PSB), recomendou a rejeição da proposta sob o argumento de que a mudança implicaria aumento de despesas, o que seria inconstitucional no âmbito do Legislativo. A emenda foi rejeitada pela maioria dos deputados.
O Projeto de Lei nº 26.209/2026 foi encaminhado no fim de março e contempla professores do Ensino Fundamental, Médio e também da educação indígena. Cerca de 45 mil profissionais deverão ser contemplados. O texto aprovado prevê, a partir de junho, elevação do salário inicial para R$ 5.233,26. (Correio 24h)