Natural de Salvador, Thaíse vivia em Portugal havia cerca de três anos como advogada e fazia mestrado. Segundo informações divulgadas pelo jornal Correio da Bahia, o crime teria sido motivado por uma briga de convivência entre os dois, que conviviam no imóvel e alugavam quartos individuais.
Segundo informações oficiais da Polícia de Segurança Pública (PSP), os agentes chegaram ao local por volta das 22h30 e encontraram o suspeito, ensanguentado, na sala, enquanto o corpo de Thaise foi localizado no chão da cozinha, com perfurações no rosto e no pescoço. O óbito foi confirmado ainda no local e o homem foi preso em flagrante.
A imprensa local notificou que o suspeito teria confessado o crime, em depoimento à PSP. Aos investigadores, ele contou que o homicídio ocorreu na sequência de uma discussão relacionada com problemas de convivência nas áreas comuns do apartamento e alegou que havia “perdido a cabeça”. O suspeito falaria cinco idiomas e seria de uma família rica do Panamá.
A polícia já havia sido acionada anteriormente para o mesmo endereço por causa de conflitos entre Thaíse e o suspeito. Vizinhos ouvidos pelas autoridades também relataram ter ouvido os desentendimentos. Em algumas ocasiões, as brigas teriam começado porque o homem pegava na geladeira alimentos comprados pela advogada.
Após o crime, o corpo de Thaíse foi liberado e trazido para a capital baiana, onde ela foi sepultada no Cemitério Bosque da Paz, em Nova Brasília, no dia 19 de agosto. A investigação conduzida pelas autoridades portuguesas deverá esclarecer as circunstâncias da discussão e o que teria levado o suspeito a atacar a advogada. Thaíse não era casada e não tinha filhos. As informações são do Correio. Bahia Notícías
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