O crime ocorreu em 23 de junho de 2021, no município de Amargosa. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu, por maioria de votos, a materialidade e a autoria do homicídio, além de duas qualificadoras: a promessa de recompensa e o recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a acusação, o crime foi previamente planejado e executado em forma de emboscada.
As investigações apontaram que o réu agiu com elevado grau de reprovação, uma vez que teria monitorado a rotina da vítima e tentado criar versões para ocultar sua participação no crime. A condição de policial militar da ativa também foi considerada como circunstância agravante no cálculo da pena.
Além da prisão, a sentença determinou a perda do cargo de soldado da Polícia Militar da Bahia e o pagamento de R$ 200 mil, a título de reparação mínima por danos morais, aos herdeiros e sucessores da vítima. Bahia Notícías
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