As investigações, iniciadas em janeiro de 2026 pela DRFR/Jequié, começaram após uma notícia-crime apontar prejuízo de cerca de R$ 500 mil a uma instituição financeira. Nesta etapa, a polícia identificou dez tentativas de abertura de contas e 32 contas abertas de forma fraudulenta.
Segundo o inquérito, o grupo usava documentos falsificados com imagens dos próprios integrantes em nome de terceiros. Também utilizava limites de cartões de crédito das vítimas para transferências, empréstimos fraudulentos e compras não autorizadas.
Durante a operação, foram apreendidos dois veículos, um jet ski, duas motocicletas e celulares. A Justiça também determinou o bloqueio e o sequestro de bens e valores ligados ao esquema.
De acordo com o delegado Roberto Leal, coordenador da 9ª Coorpin/Jequié, esta é a primeira fase da operação, que apura crimes de estelionato, corrupção de menores, organização criminosa e lavagem de dinheiro. As investigações continuam para identificar outros envolvidos. (Ubatã Notícias)
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