O caso desta quinta-feira (14) aconteceu próximo ao condomínio Recanto dos Pássaros, na Avenida Aliomar Baleeiro. Informações preliminares apontam que um suspeito chegou a pé e efetuou disparos contra a vítima. O autor do crime ainda abriu a porta do carro onde estava William para continuar atirando. O rifeiro tinha mais de 20 mil seguidores nas redes sociais.
O primeiro caso deste ano foi a morte de Adriano Pinto Silva, conhecido como Dricorl, que foi surpreendido por um homem armado no distrito de Jauá, em Camaçari, na Região Metropolitana. Nas redes sociais, onde acumulava mais de 30 mil seguidores, o rifeiro se autodenominava jogador de cassino e divulgava um link de rifa, no qual chamava de "kit dos sonhos".
No entanto, o histórico não se resume a estes dois casos. Entre 2023 e 2025 teriam sido registrados ao menos outros 2 casos de mortes de rifeiros na Bahia. Entre eles, destaca-se a morte de um rifeiro e blogueiro Alan Santos, conhecido nas redes sociais como “Alan Celulares”, foi assassinado em junho de 2023 no Iguatemi Business, localizado no Caminho das Árvores, em Salvador. No perfil pessoal em que se descrevia como “Rei do Iphone”, Alan acumulava mais de 200 mil seguidores.
O que chama a atenção mesmo é o histórico de 2022. Naquele ano, foram registradas ao menos sete pessoas mortas por conexão com rifas na Bahia. O caso mais emblemático foi o de um casal, Hynara Santa Rosa da Silva e Rodrigo da Silva Santos, conhecidos como DG Rigas e Naroka Rifas, foram mortos a tiros na praia, em Barra do Jacuípe, no litoral de Camaçari, em dezembro daquele ano. Bahia Notícías
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