De acordo com informações de pessoas próximas, Jadiel estava no país europeu havia pouco mais de dois meses, onde atuava como voluntário em apoio às forças ucranianas. Antes da viagem, ele trabalhava como segurança em eventos na cidade baiana.
A família recebeu a notícia da morte por meio de um áudio enviado por um brasileiro que integrava o mesmo grupo. Na mensagem, o homem relata o ocorrido à namorada de Jadiel e afirma que havia sido orientado por ele a entrar em contato caso algo acontecesse.
Ainda segundo relatos, o baiano estava em fase inicial de treinamento e não havia participado diretamente de combates. No momento do ataque, o grupo se deslocava para atividades de instrução quando foi surpreendido pelo drone.
O Ministério das Relações Exteriores informou que, até o momento, não possui confirmação oficial sobre o caso.
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