O aumento acendeu o sinal de alerta no Sindicombustíveis Bahia, que demonstrou preocupação com possíveis reflexos na inflação e com a situação financeira dos postos revendedores diante das sucessivas altas. Enquanto a gasolina sofre novo impacto, os preços do diesel (S10 e S500) permanecem sem alterações neste momento.
Outro ponto destacado pelo sindicato é a diferença entre a política adotada pela refinaria baiana, administrada pela iniciativa privada, e as unidades da Petrobras. Segundo a entidade, enquanto a Bahia acumula seguidos reajustes influenciados pelo cenário internacional, as refinarias da estatal mantiveram estabilidade no mesmo período.
Apesar do aumento definido na refinaria, o valor final ao consumidor pode variar. Isso ocorre porque o preço cobrado nos postos leva em conta diversos fatores, como as margens das distribuidoras, os custos operacionais e o lucro dos revendedores, além da mistura obrigatória de biocombustíveis e da carga tributária, que inclui ICMS e impostos federais.
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