Segundo a Polícia Militar, Marcos monitorava a rotina de Rafael desde que ele deixou a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac), em 15 de janeiro. O homem cumpria pena pelo homicídio de Glauciane Cipriano, mãe do suspeito. No dia do crime, Rafael aguardava a esposa em atendimento quando foi surpreendido.
As investigações indicam que o jovem se aproximou e atirou pelas costas, matando a vítima no local. Desde então, está foragido. A defesa informou que ele pretende se apresentar espontaneamente, mas afirmou que não houve avanço após orientação da Polícia Civil para que o procedimento seja previamente agendado.
A Polícia Civil destacou que a apresentação voluntária não impede a prisão, caso haja основания legais, e que o alinhamento prévio é necessário para garantir o andamento do caso.
O crime que motivou a suspeita ocorreu em 2016, durante a ExpoFrutal. Conforme o processo, Rafael matou Glauciane com cerca de 20 facadas, durante um churrasco. Movido por ciúmes, ele a seguiu após ela sair para deixar um dos filhos e a atacou ao retornar, sem chance de defesa.
Marcos, então com 9 anos, presenciou o assassinato. Testemunhas tentaram conter o agressor, sem sucesso. A Justiça considerou o crime como homicídio qualificado, por motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, no contexto de violência doméstica. (Ubatã Notícias)
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