De acordo com a cronologia do caso, o corpo de Juliana foi localizado na sexta-feira (10), em uma residência no bairro Mangabeira. A perícia identificou indícios de estrangulamento e apontou que a morte teria ocorrido dias antes, devido ao estado avançado de decomposição.
No sábado (11), diante do desaparecimento de Daniel, surgiram suspeitas e acusações nas redes sociais. Ainda em Goiânia, o DJ publicou vídeos negando qualquer envolvimento no crime. Nas gravações, afirmou estar sendo alvo de julgamentos precipitados e classificou a situação como um “tribunal de ódio”, destacando que mantinha com Juliana apenas uma relação profissional. Já neste domingo (12), ele foi encontrado morto, encerrando de forma trágica uma sequência de acontecimentos que segue cercada de dúvidas.
A Polícia Civil investiga o caso como possível feminicídio, além de apurar as circunstâncias da morte do DJ. Até então, Daniel não havia sido formalmente indiciado. Com o novo desdobramento, o inquérito busca esclarecer se a morte dele tem relação com a repercussão das acusações ou se há ligação direta com o crime investigado. As investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos. (Radar News)
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