Boatos voltam a circular nas redes, mas Receita reafirma: não existe imposto sobre o Pix.
Mais
uma vez, o Pix virou alvo de desinformação nas redes sociais. Novamente,
começou a circular uma falsa notícia de que o governo pretende tributar as
transações feitas pelo sistema instantâneo de pagamentos.
A
Receita Federal reagiu rapidamente e com firmeza. Em seu site publicou
esclarecimento, informando que “são completamente falsas as informações sobre
monitoramento de movimentações financeiras via PIX para fins de tributação” e
explicou que a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações
financeiras e isso inclui o Pix.
Segundo
a Receita, não existe nenhuma cobrança de imposto sobre o Pix, nem qualquer
intenção de tributar essas operações.
A
polêmica sobre a tributação do Pix gira em torno de uma Instrução Normativa da
Receita, de número 2.278, publicada em 2025. Ela apenas estende regras de
transparência já exigidas dos bancos às fintechs, sem rastrear ou identificar
transações específicas.
A Receita destaca que a medida é fundamental para prevenir crimes como lavagem
de dinheiro, e que não há qualquer relação com cobrança de tributos.
Em
seu comunicado, a Receita alerta para o fato de que espalhar esse tipo de fake
news coloca em risco a segurança das pessoas, alimenta golpes, desconfiança no
sistema e fortalece o crime organizado. Além disso, quem propaga esse tipo de
mentira, muitas vezes, lucra com a repercussão nas redes.
Portanto,
se você receber mensagens dizendo que o Pix será taxado, não compartilhe. É
mentira.
A
Receita lembra que, a partir deste ano, quem ganha até 5 mil reais mensais está
isento do imposto de renda — e não o contrário, como sugerem algumas dessas
fake news.
No
fim das contas, a recomendação é simplesmente confiar apenas em fontes
oficiais. Para mais esclarecimentos, acesse o site oficial da Receita Federal
em: www.gov.br/receitafederal (Por
Katia Maia, Ag. Voz) Foto: Marcello Casal Jr/ Ag. Brasil
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