De acordo com o Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia, o reajuste é resultado de uma soma de fatores que acaba pesando no valor final pago pelo consumidor. Um deles é a mudança no ICMS do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária. Com a nova regra, o imposto por quilo do produto aumenta, o que já gera impacto direto no preço do botijão.
Outro ponto apontado pelo setor é a elevação no valor do gás comercializado pela Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe. O aumento nos custos de fornecimento, aliado à carga tributária maior e às despesas operacionais, acaba sendo repassado ao consumidor final.
Com isso, o botijão, item essencial nas casas baianas, chega a 2026 mais caro, aumentando ainda mais os gastos das famílias, principalmente as de menor renda.
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