A criança foi atingida por mais de 40 golpes aplicados pela ré com objeto perfurante, o que foi caracterizado como “meio cruel”. A vítima morreu no local, em um sítio da região. Após matar a criança, a mulher extraiu o sangue dela para realização de ritual.
Segundo a acusação a mulher teve ajuda de outras duas pessoas para cometer o crime. Uma delas foi morta antes de ser levada a julgamento e a outra foi condenada em 2024, mas faleceu meses depois em um presídio em Santa Catarina. (Correio 24h)
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