Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o CPF como identificador único vai garantir mais segurança, eficiência e integração de dados, facilitando o planejamento das políticas públicas, além de permitir maior controle contra fraudes. A mudança também simplifica a vida do cidadão, que poderá usar apenas o CPF em atendimentos, vacinas e na Caderneta Digital da Criança.
A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, destacou que a ação integra saúde, educação, assistência social, trabalho e renda, consolidando o CPF como cadastro de cidadania. Já o secretário-adjunto da Receita Federal, Gustavo Manrique, classificou a iniciativa como resultado da colaboração entre órgãos federais.
Embora pacientes sem CPF continuem sendo atendidos, o cadastro provisório terá validade de até 1 ano, sendo necessária posterior regularização.
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