Tesouras Notícias
terça-feira, fevereiro 26, 2019
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Professores fizeram manifestação pelas ruas da cidade (Foto: Divulgação) |
Os
servidores em educação e professores do município de Aiquara se encontram em
movimento de paralisação desde segunda- feira, 25 de fevereiro, data em que
estava prevista pelo município o início do ano letivo. A decisão foi tomada em
Assembleia Geral da categoria, realizada pela APLB-Sindicato Local no
último dia 15 de fevereiro, após negativa, recheada de ameaças da gestão
municipal em receber o Sindicato para dialogar sobre o reajuste dos professores
e demais servidores. Segundo a classe, em uma audiência no final do ano de 2018
o gestor atual, Jositan Pimentel, tinha garantido que em janeiro de 2019
receberia o sindicato pra decidir sobre o reajuste salarial com base no piso
nacional. Conforme as informações divulgadas, os professores e servidores
receberam o último reajuste no ano de 2017, e por conta disso, várias
categorias já estão com o salário base abaixo do mínimo, indo de encontro
ao que garante a Constituição.
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| Prefeito Jositan Pimentel |
Nesta
terça-feira, 26 de fevereiro, em Assembleia Geral pela manhã, os
professores e servidores em Educação decidirão os rumos do movimento. Os
professores decidiram iniciar o ano letivo nesta quarta-feira, 27. Uma nova
assembleia está agendada para o dia 12 de março, caso o prefeito Jositan não
apresente nenhuma proposta de reajuste, os servidores podem iniciar uma greve
por tempo indeterminado.
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| Escolas em estado precário |
Outra reclamação da
categoria é em relação a falta de estrutura do município com relação às
escolas. Segundo informações, a maioria das escolas da sede e salas de aula
estão em condições precárias e com o depósito da cantina central, que deverá
fornecer merenda para as 05 escolas da sede do município, praticamente vazio e
sem a presença de nutricionista. As unidades escolares, com exceção apenas da
Escola Creche Maria Luíza, não tiveram sequer as paredes das salas de aula pintadas
pra receber o aluno, além de outras precariedades como telhados sem manutenção,
ventiladores que não funcionam, mobiliários com pontos de ferrugem em
evidência, dentre outros. O movimento dos servidores da educação municipal tem
recebido apoio de alguns vereadores da Câmara. Nossa reportagem não conseguiu
ouvir o prefeito Jositan. Giro em Ipiaú
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