O ato de entrega ocorreu na sede do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), na Esplanada dos Ministérios, com a presença do subsecretário da Segurança Pública, Marcel de Oliveira, e do comandante-geral do CBMBA, coronel Aloísio Mascarenhas.
Ao todo, cerca de R$ 24 milhões foram investidos em dez viaturas Auto Bomba Tanque Florestal (ABTF) e Auto Bomba Tanque Salvamento (ABTS), 14 veículos do tipo pick-up, além de 110 mochilas costais, 110 sopradores e kits de combate a incêndios.
Segundo o subsecretário da SSP, o investimento reforça a atuação conjunta entre os governos federal e estadual. “O Governo Federal é um grande parceiro das Forças da Segurança Pública da Bahia. Este investimento vai garantir a proteção do nosso meio ambiente”, afirmou Marcel de Oliveira.
Nesta primeira fase do projeto, além da Bahia, também participam Distrito Federal, Goiás, Piauí, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Os estados firmaram termos de adesão com a União para ações integradas de monitoramento e combate a incêndios florestais.
Os equipamentos serão destinados a unidades do CBMBA que atuam em regiões afetadas pelas queimadas e vão integrar a Operação Florestal Bahia, realizada anualmente pela corporação.
A mudança seria analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) nesta quinta-feira (7), mas a decisão foi adiada para segunda-feira (11). O objetivo do governo é reduzir a importação de gasolina diante da alta internacional dos combustíveis.
Segundo entidades do setor, o uso de gasolina com 32% de etanol exigiria testes com mistura de até 34%, o que ainda não ocorreu. As associações alertam para possíveis problemas de corrosão, desgaste de peças e falhas no funcionamento de motores, principalmente em veículos movidos apenas a gasolina.
Em ofício enviado ao Ministério de Minas e Energia, entidades como a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores defenderam mais estudos técnicos antes da adoção da medida.
O governo afirma que testes realizados em 2025 indicaram viabilidade da mudança e estima redução de 454 milhões de litros na importação de gasolina, além de menor emissão de carbono. (Ubatã Notícias)
No acumulado entre janeiro e fevereiro deste ano, o avanço do turismo baiano também superou o desempenho do país. O estado registrou crescimento de 6,7%, mais que o dobro da média brasileira, que ficou em 3%, reforçando a tendência de expansão do setor na região.
Os números acompanham o recorde de movimentação registrado durante o Carnaval de 2026, quando cerca de 3,8 milhões de visitantes passaram pelas 13 zonas turísticas do estado. Segundo a Secretaria de Turismo do Estado da Bahia, o período gerou uma injeção estimada em R$ 8,1 bilhões na economia local. (Bahia Notícias)
A adesão à proposta ocorre após a União apresentar uma alternativa à isenção do ICMS sobre a importação do diesel, diante de entraves legais. Para Jerônimo, a solução construída é viável e necessária diante do cenário atual.
“Estamos em condições de dar essa contribuição, que é um esforço fiscal responsável para proteger a economia popular e garantir o abastecimento”, disse o governador.
Segundo Jerônimo, o governo do estado tem atuado em parceria com a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) visando buscar medidas para reduzir os impactos sobre trabalhadores diretamente afetados pela alta dos combustíveis.
“Determinei que a Bahia participe desse esforço, assumindo metade do custo da subvenção, em alinhamento com o governo do presidente Lula e com o compromisso de proteger a economia da nossa população”, ressaltou Jerônimo.
Além da adesão à subvenção, o Estado também afirmou que vai intensificar a fiscalização sobre a cadeia de distribuição e comercialização de combustíveis, com o objetivo de coibir práticas abusivas e assegurar que a redução chegue efetivamente ao consumidor final. (Bahia Notícias)
A inclusão das propostas ocorreu após diálogo conduzido pelo deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA) com o Senado Federal e com entidades representativas do setor. Três pontos do texto original foram ajustados para atender demandas apresentadas pelo grupo baiano, aproximando o conteúdo da proposta da realidade da produção de cacau no país.
Entre as alterações está a definição mais precisa do conceito de “sólidos totais de cacau”, parâmetro considerado essencial para estabelecer critérios técnicos na composição dos chocolates comercializados no Brasil. O texto também substitui o termo “chocolate amargo” pela denominação “chocolate intenso”, classificação entendida como mais adequada para produtos com maior concentração de cacau.
Outro ponto incluído no projeto prevê prazo de 360 dias para que a nova legislação passe a valer após eventual sanção presidencial. O período permitirá que a indústria se adapte às exigências, com mudanças em embalagens, rótulos e demais adequações necessárias às novas regras.
Diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Jeandro Ribeiro afirmou que o avanço da proposta reflete o esforço de articulação institucional. Segundo ele, a iniciativa foi construída a partir de agenda promovida pelo governador Jerônimo Rodrigues com representantes do setor e parlamentares, e contou também com a atuação da deputada federal Lídice da Mata e do senador Zequinha Marinho no diálogo no Congresso Nacional. (Pimenta)