De acordo com as investigações, o crime aconteceu em abril deste ano. A adolescente teria sido convidada pelo ex-namorado para ir até a casa dele. Ao chegar ao local, encontrou outros sete jovens, que passaram a pressioná-la para manter relações sexuais.
Ao negar envolvimento, os adolescentes abusaram da jovem mediante violência abusaram da jovem mediante violência física e psicológica.
Segundo a polícia, eles ainda registraram o estupro em vídeo.
Após a denúncia da mãe, a Deam representou pela busca e apreensão dos envolvidos. Outras diligências também estão em andamento para a apuração do caso. Bahia Notícías
Segundo a Meta, dona do Instagram e do Facebook, a funcionalidade estará disponível para contas que utilizam o sistema de supervisão parental. O recurso começará a ser liberado no Brasil na próxima semana e também chegará à Índia e países da União Europeia.
De acordo com a empresa, quando adolescentes pesquisarem termos ligados a suicídio ou automutilação, a plataforma passará a bloquear determinados resultados e direcionar os usuários para canais de apoio emocional e psicológico.
Além disso, pais e responsáveis cadastrados na supervisão parental poderão receber notificações informando sobre esse tipo de busca. Os alertas poderão ser enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou diretamente pelo aplicativo.
A Meta afirmou que a maioria dos adolescentes não realiza pesquisas relacionadas a esses temas, mas destacou que o objetivo da medida é ampliar a proteção de menores nas redes sociais.
O recurso já estava em funcionamento em países como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália.
Na última semana, a Meta também anunciou outra medida voltada à segurança infantil e adolescente nas plataformas digitais. A empresa informou que passará a utilizar inteligência artificial para analisar imagens e identificar possíveis usuários menores de idade no Instagram e no Facebook.
Segundo a companhia, a tecnologia irá avaliar características físicas, como altura e estrutura corporal, para tentar detectar contas de pessoas com menos de 13 anos. A Meta afirmou ainda que o sistema não utilizará reconhecimento facial.
As mudanças acontecem em meio ao aumento da pressão internacional sobre plataformas digitais para reforçar mecanismos de proteção a crianças e adolescentes no ambiente online.
Se você ou alguém próximo estiver passando por sofrimento emocional, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio gratuito e sigiloso 24 horas por dia pelo telefone 188, além de atendimento online.
O caso aconteceu em Natal. Segundo informações apuradas pelo g1, a menina começou a sentir sintomas como coceira intensa, manchas pelo corpo e falta de ar cerca de uma semana atrás.
Ela foi levada inicialmente para a UPA de Pajuçara na última segunda-feira (11) e, devido à evolução do quadro, acabou transferida na quarta-feira (13) para o Hospital Infantil Varela Santiago.
De acordo com relato de familiares, a criança começou apresentando irritação na pele e posteriormente passou a ter dificuldades respiratórias. Em seguida, teria perdido os movimentos das pernas temporariamente, ficando sem conseguir andar.
Ainda conforme a família, os médicos identificaram uma infecção bacteriana durante os atendimentos. Os parentes acreditam que a contaminação possa ter ocorrido após o detergente entrar em contato com um pequeno corte que a menina tinha na mão.
A Secretaria Municipal de Saúde de Natal informou que o caso será investigado pela Vigilância em Saúde. O órgão afirmou ainda que não haverá recolhimento de amostras do produto, já que o lote envolvido já havia sido incluído em alerta de risco emitido pela Anvisa.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte também acompanha o caso.
Nos últimos dias, a Anvisa determinou medidas contra lotes de produtos da Ypê após identificar contaminação bacteriana e irregularidades no processo de fabricação.
De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, o casal teria iniciado uma discussão dentro da residência, que evoluiu para agressões físicas. Durante a confusão, familiares conseguiram retirar as crianças que estavam no imóvel. Ainda segundo o registro policial, o agente pegou a arma funcional, agrediu a mulher e efetuou disparos contra ela antes de deixar o local. Testemunhas contaram que o guarda retornou pouco tempo depois e voltou a atirar na vítima.
Nájylla chegou a receber atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi tratado como feminicídio. Conforme informou a Guarda Municipal, o próprio agente acionou a corporação após o crime. Ele foi encaminhado para a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde acabou autuado em flagrante.
“A Guarda Municipal lamenta profundamente o fato e reafirma seu compromisso com o combate a qualquer forma de violência”, informou a corporação em nota. A Guarda também informou que a Corregedoria acompanha o caso e deve instaurar procedimentos administrativos e disciplinares para apurar a conduta do servidor.
O suspeito integra a Guarda Municipal desde 1998. Atualmente, ele trabalhava em funções internas em uma das bases operacionais da corporação. (Correio 24h)
O pesquisador Allan Ribeiro Pimenta, natural de Feira de Santana, recebeu nesta semana o título de PhD em Engenharia de Transportes e Urbanismo pela Monash University, em Melbourne, na Austrália.
A conquista marca o encerramento de uma trajetória iniciada ainda na adolescência, quando trabalhava como flanelinha e lavador de carros para ajudar na renda familiar. O fato foi publicado em reportagem do Acorda Cidade.
Ao relatar a própria história nas redes sociais, Allan destacou que o significado do diploma ultrapassa o reconhecimento acadêmico. Segundo ele, a trajetória representa o impacto da educação pública, das políticas de inclusão e das oportunidades de acesso ao ensino superior.
Filho de trabalhadores, Allan cresceu em uma família de baixa renda em Feira de Santana. A mãe complementava o orçamento doméstico com a venda de salgados, pizzas e bolos, enquanto o pai atuava como segurança até se aposentar por invalidez em razão de problemas de saúde.
Ainda adolescente, começou a trabalhar para contribuir financeiramente com a família. Conforme o pesquisador, a universidade parecia uma realidade distante durante parte da juventude. Ele afirma que passou a enxergar o ensino superior como possibilidade concreta após a implementação das políticas de cotas e também por influência de um professor de matemática do Colégio Modelo, que o incentivou a seguir os estudos.
Há 16 anos, Allan ingressou na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Durante a graduação, conciliou estudos e estágio com longos deslocamentos diários no transporte público. Em relato pessoa, afirmou que chegou a utilizar até oito ônibus por dia para cumprir a rotina acadêmica e profissional. Foi a partir dessa experiência que surgiu o interesse pela área de transportes e urbanismo.
Allan decidiu direcionar a carreira acadêmica para o estudo da mobilidade urbana e das desigualdades sociais relacionadas ao planejamento das cidades. Durante a graduação em Engenharia Civil, participou do programa Ciências sem Fronteiras, experiência que abriu caminho para a trajetória internacional.
Depois, concluiu mestrado em Abu Dhabi e, em seguida, o doutorado na Austrália, ambos com bolsas integrais financiadas pelos governos dos países onde estudou.
Via Bahia Notícias