Ao lado do candidato derrotado Ronaldo Caiado (PSD), Flávio Bolsonaro disse que vai “mudar a Constituição para redemocratizar o Brasil”, e destacou que tem maioria para isso.
O assunto, além de dominar as discussões na rede X, também movimenta a internet. No Google Trends, ferramenta que mostra os assuntos mais pesquisados na internet, o termo Constituição teve um forte crescimento nas pesquisas dos internautas. O termo chegou inclusive ao patamar máximo de 100% de buscar nas noite desta terça, e seguiu sendo muito buscado nesta quarta (7).
Candidatos eleitos no último domingo têm gravado vídeos fazendo um alerta para a fala do candidato do PL. A jovem influenciadora Ana Elisa (PT), a segunda mais votada para a Câmara dos Deputados por Minas Gerais, postou vídeo em que disse que o país teria que se preparar “para uma possível ditadura”.
Em uma entrevista nesta quarta, para anunciar apoios como o do ex-prefeito ACM Neto (União-BA), Flávio Bolsonaro procurou desmentir que iria modificar a Constituição. Flávio disse que estava se referindo a projetos como a redução da maioridade penal e uma reforma do Judiciário.
Nas críticas ao candidato do PL, muitos internautas estão resgatando o discurso de deputado Ulysses Guimarães feito em outubro de 1988, na promulgação da Constituição. Na ocasião, Ulysses disse que tinha "ódio e nojo da ditadura", e que "traidor da Constituição é traidor da pátria". Bahia Notícías
Segundo revela reportagem da Folha de S.Paulo, o ministro Kassio Nunes Marques tem dito a interlocutores que pretende emitir uma decisão sobre o pedido após o segundo turno, seja quem for o vencedor da eleição presidencial. Kassio teria expressado entendimento de que houve uma série de “exageros” no julgamento da trama golpista pela qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.
A defesa de Jair Bolsonaro alega em seu pedido que a anulação da sentença proferida pela Primeira Turma do STF repararia o que consideram um erro cometido pelo Judiciário. Eles alegam falta de individualização das condutas (identificação de quem fez o quê) e prejuízo à defesa, além de defenderem que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário, e não na turma.
Os advogados do ex-presidente sustentam que houve cerceamento de defesa, alegando dificuldades para acessar e analisar o grande volume de arquivos disponibilizados durante a investigação. Também foi anexado um parecer técnico que aponta supostas falhas na coleta e preservação de provas digitais, incluindo mensagens extraídas de aparelhos celulares.
Outro ponto salientado pelos advogados afirmam que a ausência de arquivos originais e a forma de registro de determinadas mensagens comprometem a possibilidade de auditoria e verificação da integridade das provas contra Jair Bolsonaro.
A interlocutores ouvidos pela Folha de S.Paulo, o ministro Kassio Nunes, que é o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirma que o pedido de revisão criminal feito pela defesa de Bolsonaro já está pronto para ser julgado. O ministro tem dito que ainda não liberou o processo para não ser acusado de interferir nas eleições.
A um auxiliar, o ministro afirmou a um auxiliar, segundo a Folha, que já refletiu sobre o pedido de revisão criminal e concluiu que houve excessos no julgamento, como, por exemplo, em relação ao amplo direito de defesa e ao rigor da pena aplicada. O ministro avalia que sanções políticas não existem no Código Penal e que seu voto ou sua liminar serão capazes de causar uma “comoção nacional”, pois há muitos elementos sobre a tramitação da ação sobre a trama golpista a serem contestados.
Uma eventual decisão sobre a revisão do julgamento que condenou Jair Bolsonaro e outras pessoas ligadas ao governo anterior teria que passar pelo plenário do STF. Já uma medida liminar pela soltura do ex-presidente poderia continuar válida até que aconteça esse julgamento.
A eventual soltura do ex-presidente atenderia ao discurso do candidato Flávio Bolsonaro (PL), que tem dito que o seu pai “vai subir a rampa” com ele, caso vença as eleições no segundo turno. Uma eventual decisão favorável à revisão criminal poderia, nesse caso, acontecer antes do indulto prometido ao pai por Flávio, mas que só pode ser decretado após ele ser empossado como presidente.
BN
Os eleitores brasileiros vão às urnas neste domingo (04) para o primeiro turno das Eleições 2026. Além das regras nos locais de votação, é preciso atenção ao uso das redes sociais, já que a legislação estabelece limites para manifestações políticas e propaganda eleitoral no dia do pleito. A votação acontece das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
A ex-prefeita de Ibirataia, Ana Cléia Leal, participou da grande caminhada política realizada nesta sexta-feira (2), pelas principais ruas e avenidas da cidade, ao lado do prefeito Sandro Futuca, do ex-prefeito Marcos Aurélio, vereadores, secretários municipais, lideranças políticas e de uma grande multidão que acompanhou o movimento.
Durante o evento, Ana Cléia foi recebida com entusiasmo pela população ibirataense e recebeu o carinho de amigos, correligionários e apoiadores que fizeram questão de cumprimentá-la durante o percurso.
A presença da ex-prefeita reforçou seu posicionamento político e seu apoio aos candidatos que integram o grupo liderado pelo prefeito Sandro Futuca. Na ocasião, Ana Cléia destacou seu apoio aos candidatos a deputado federal Jayminho Vieira Lima (1518) e Matheus de Geraldinho (15777), além de Eduardo Salles (43222) e Patrick Lopes (70123).
O grupo também defende as candidaturas de Rui Costa e Jaques Wagner ao Senado, Jerônimo Rodrigues para governador e Lula para presidente da República.
A caminhada foi marcada por bandeiras, camisas vermelhas, manifestações de apoio e palavras de incentivo aos candidatos apoiados pelo grupo político. Ao lado de Sandro Futuca e das demais lideranças, Ana Cléia percorreu as ruas de Ibirataia acompanhando a mobilização popular na reta final da campanha.
Na foto registrada em card, Ana Cléia declara publicamente seu apoio a Jayminho Vieira Lima (1518) e Matheus de Geraldinho (15777), reafirmando seu compromisso com o grupo político liderado pelo prefeito Sandro Futuca.
Com a aproximação das eleições, as lideranças do grupo intensificam a mobilização em busca dos votos dos eleitores de Ibirataia para os candidatos apoiados pela base política municipal.
Tesouras Notícias
A prova de vida confirma que o beneficiário está vivo para manter os pagamentos. O procedimento abrange cerca de 40 milhões de pessoas e é feito por meio do cruzamento de informações de bases públicas. Em 2024, os registros eleitorais permitiram atualizar aproximadamente 5 milhões de comprovações, de acordo com o INSS.
Quem não votar não terá o benefício suspenso apenas por faltar à eleição. O instituto continuará buscando outros registros, como emissão de documentos e atendimentos em serviços públicos. O beneficiário só será chamado a regularizar a situação se nenhuma informação confirmar a prova de vida.Radar News