O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas avaliadas positivamente no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) do Ministério da Educação.
O programa beneficia prioritariamente estudantes que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.
VAGAS
Ao todo, o MEC oferece mais de 112 mil vagas para o Fies em 2026, considerando as oportunidades do primeiro e do segundo semestre, sendo 67.301 vagas no primeiro, e 44.867 no segundo.
Além das vagas do segundo semestre, o MEC ainda ofertará todas as vagas eventualmente não ocupadas até o limite do total definido para este ano.
QUEM PODE SE INSCREVER
Os candidatos devem atender aos requisitos estabelecidos no novo edital:
Os candidatos que participaram do Enem na condição de "treineiro" não podem se inscrever no Fies.
FIES
O processo seletivo do Fies inclui a reserva de 50% das vagas para estudantes com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 810,50, em 2026) e com inscrição ativa no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico).
Os pré-selecionados para as vagas do Fies Social poderão solicitar a contratação do financiamento integral, cobrindo todos os encargos educacionais.
Os estudantes pré-selecionados, com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa, inscritos nas vagas do Fies Social, estão dispensados de comprovar a renda familiar diretamente na instituição privada de ensino superior.
Mesmo assim, deverão comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da respectiva faculdade privada para validar as demais informações prestadas no momento da inscrição.
CRONOGRAMA
Segundo o Corpo de Bombeiros e o Samu, o ônibus saiu da Bahia com destino a São Paulo e transportava 43 pessoas. Durante a viagem, o veículo foi atingido na traseira pela carreta e acabou sendo prensado contra um barranco às margens da rodovia.
Com o impacto, mãe e filho ficaram presos às ferragens e morreram no local. Outras 14 pessoas ficaram feridas e foram socorridas por equipes de resgate, sendo encaminhadas para hospitais de Buenópolis, Curvelo e Bocaiuva.
O motorista da carreta sofreu ferimentos leves nos olhos, mas recusou atendimento hospitalar. A Polícia Civil realizou a perícia e investigará as causas do acidente. A BR-135 ficou totalmente interditada durante o trabalho das equipes de resgate e remoção dos veículos.
“No Dia Mundial do Chocolate, celebrado em 7 de julho, uma propriedade rural do Sudoeste Baiano mostra que a qualidade de um bom chocolate começa muito antes da fábrica. Ela nasce no cuidado com o solo, no manejo do cacau, na preservação ambiental e no conhecimento que atravessa gerações”.
Esse foi o comentário inicial de reportagem elaborado por Nayla Gusmão para ML Comunicação, abordando a trajetória de cerca de cem anos, da família do engenheiro agrônomo Renildo Peixoto que cultiva cacau na Fazenda Pedra Minante, localizada no município de Aiquara. O que antes era uma tradição voltada apenas para a produção das amêndoas ganhou um novo capítulo quando a quarta geração da família decidiu transformar o próprio cacau em chocolate.
“Hoje, a marca Arapuá produz chocolates no conceito tree to bar — da árvore até a barra. Todo o cacau utilizado vem da própria fazenda, sem processamento de amêndoas de terceiros. Segundo Renildo, antes de seguir para a fabricação, cada lote passa por análises rigorosas de qualidade, garantindo um padrão elevado para o produto final. “Procuramos realmente fazer um cacau diferenciado, um cacau superior, para fazermos um chocolate realmente de qualidade, que tem uma ótima aceitação na região. Só produz cacau quem é disciplinado”, afirma o engenheiro agrônomo”.
A produção é intencionalmente pequena. A prioridade da família é oferecer um chocolate de origem, elaborado sem gordura hidrogenada ou outras gorduras vegetais. “Chocolate não é guloseima. Chocolate é alimento”, defende o produtor.
A história da Arapuá, entretanto, vai muito além do chocolate. O nome da marca faz referência à abelha arapuá, espécie nativa responsável por grande parte da polinização das essências florestais da Mata Atlântica. A palavra, de origem tupi-guarani, significa “mel redondo”. A escolha simboliza a estreita relação entre a produção de cacau no sistema cabruca, cultivado sob a copa das árvores e a preservação da biodiversidade”.
Um legado construído em família
A tradição começou ainda na geração da avó de Renildo em 1920. Mas, o passo definitivo veio com as filhas Ana Milena Vieira Peixoto e Adriana Vieira Peixoto, ambas chocolatiers. Enquanto Renildo permanece à frente da produção de cacau na fazenda, elas comandam a fabricação dos chocolates, inaugurando uma nova etapa da história familiar. “As minhas filhas começaram a fazer cursos, passaram por diversas fábricas, aprenderam muito. Hoje temos um fundamento teórico muito sólido para produzir chocolate”.
Ao contar essa trajetória, Renildo faz questão de prestar uma homenagem à esposa, Cecília Vieira Peixoto, falecida no último dia 25 de junho, aos 70 anos. “Ela foi o grande suporte, o grande esteio para consolidar nosso produto. O mérito dentro da fábrica é todo dela. A história da Arapuá passa por ela. Essas três mulheres são fundamentais em nossa empresa”.
Apoio do Sebrae fortaleceu o crescimento
Quando a família decidiu estruturar a própria marca de chocolates, encontrou no Sebrae um parceiro para profissionalizar o negócio. “Procuramos o Sebrae e tivemos um apoio importante no desenvolvimento das embalagens. Minhas filhas fizeram cursos na área comercial e sempre participamos dos eventos apoiados pelo Sebrae, que foi muito importante na composição do nosso produto”. Os chocolates Arapuá atualmente abastecem lojas em Jequié e, eventualmente, atendem pedidos de outros estados. A família trabalha agora na ampliação do portfólio e no desenvolvimento de novas formulações, mantendo como prioridade a qualidade.
Para o gestor do Projeto Cacau e Derivados do Sebrae no Sudoeste da Bahia, Cláudio Machado, agregar valor à produção é uma das estratégias para fortalecer a cadeia produtiva regional. Segundo ele, o projeto atua em quatro frentes: aumento da produtividade por meio da Escola do Cacau; melhoria da qualidade das amêndoas para produção de cacau fino; aperfeiçoamento dos produtores de chocolate; e acesso ao mercado para produtos derivados, como chocolates, nibs e mel de cacau.
Na mesma recomendação de novo inquérito, a PF cita o ITT (Instituto Terra e Trabalho), que é ligado à Conafer, como revelou a Folha em setembro de 2025. A Conafer recebia dinheiro de emendas parlamentares por meio do ITT. Bahia Notícías
De acondor com as informações do G1, com a conclusão do inquérito, o caso será enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decidirá se apresenta denúncia à Justiça, solicita novas diligências ou pede o arquivamento da investigação.
Entre os indiciados estão o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador-geral do órgão, Virgílio de Oliveira Filho, o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca", e o presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), Carlos Roberto Ferreira Lopes.
Segundo a PF, Stefanutto e Virgílio de Oliveira Filho responderão por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Já Antônio Carlos Camilo Antunes foi indiciado por lavagem de dinheiro e participação em corrupção passiva. Carlos Roberto Ferreira Lopes deverá responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro qualificado e corrupção ativa majorada.
As defesas de Alessandro Stefanutto e de Antônio Carlos Camilo Antunes informaram que ainda não irão se manifestar, pois não tiveram acesso aos autos da investigação. A Conafer também foi procurada, mas não respondeu até a publicação da reportagem.
De acordo com as investigações, aposentados e pensionistas tinham valores descontados mensalmente de seus benefícios como se fossem filiados a associações. No entanto, as vítimas não haviam autorizado a adesão nem os débitos. Conforme os investigadores, o prejuízo provocado pelos descontos irregulares pode chegar a R$ 6,3 bilhões. G1