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Neto percorre mais de 600 km para roubar joias e assassinar o próprio avô


Um jovem de 18 anos foi preso suspeito de assassinar o próprio avô, de 66, durante um assalto em Ubiratã, no oeste do Paraná. O crime aconteceu na quarta-feira (25), dentro do bar da vítima.

De acordo com a polícia, o suspeito contou com a ajuda de um amigo, que também acabou detido. A dupla saiu de Joinville, em Santa Catarina, e percorreu cerca de 670 quilômetros até chegar à cidade paranaense com o objetivo de cometer o crime.

Segundo as investigações, o plano era roubar joias pertencentes ao idoso, incluindo pulseiras, correntes e anéis de ouro, para vender depois. Durante a ação, os suspeitos invadiram o estabelecimento e efetuaram disparos contra a vítima, identificada como Alceu Slivinski, que morreu ainda no local.

Imagens de câmeras de segurança do bar foram fundamentais para a identificação dos envolvidos. O neto chegou a usar um capuz, numa tentativa de não ser reconhecido pelo avô.

Os dois tentaram fugir, mas foram localizados e presos horas depois, na BR-277, em Cascavel. No carro, os agentes encontraram cerca de 184 gramas de ouro, que seriam da vítima, além da arma usada no crime.

Em depoimento, o jovem confessou participação no assassinato e afirmou que viajou com o comparsa para executar o roubo. Conforme a polícia, o amigo teria recebido a promessa de R$ 4 mil pelo apoio. 

ACM Neto fecha chapa majoritária com Zé Cocá e João Roma para disputa na Bahia

 Aliança oposicionista define composição com foco no interior e nas eleições de 2026



O ex-prefeito de Salvador ACM Neto fechou a chapa majoritária para a disputa ao governo da Bahia, tendo Zé Cocá como candidato a vice e João Roma como um dos nomes ao Senado. A articulação faz parte da estratégia da oposição para fortalecer a presença no interior do estado e ampliar alianças políticas. A composição também inclui o senador Ângelo Coronel, consolidando o grupo para as eleições de 2026.

Ex-diretor de presídio vai para penitenciária de Aracaju após acusação de feminicídio contra empresária Flávia Barros


O policial penal Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, suspeito de matar a empresária Flávia Barros em um hotel de Aracaju, é encaminhado para o presídio militar da capital sergipana nesta quarta-feira (25). Ele deve ficar detido aguardando as investigações das forças de segurança. 

 

A transferência ocorreu após o investigado receber alta do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse). Antes de ser recolhido à unidade prisional, Tiago foi conduzido ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização do exame de corpo de delito, procedimento padrão para custodiados.

 

O ex-diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso estava internado desde o último domingo (22), quando foi submetido a uma cirurgia após uma suposta tentativa de suicídio com arma de fogo logo após o crime. As informações foram confirmadas pelo Pa4, parceiro local do Bahia Notícias. 

24ª Zona Eleitoral cassa mandatos da prefeita Laryssa e do vice Orlando



A Justiça Eleitoral da 24ª Zona de Ipiaú decidiu cassar os mandatos da prefeita Laryssa Andrade Santos Fernandes Dias e do vice-prefeito Orlando dos Santos Ribeiro, eleitos nas eleições municipais de 2024. A decisão, assinada pelo juiz eleitoral Hilton de Miranda Gonçalves nesta quarta-feira (25), também declara a inelegibilidade de ambos por oito anos e determina a realização de novas eleições no município. 

A sentença é resultado de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) movida pela coligação “Ipiaú Unida para Avançar”, que acusou os gestores de uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder político durante o período eleitoral. 

De acordo com a decisão, ficou comprovado que houve promoção sistemática da candidatura de Laryssa Dias na programação de rádio. O juízo entendeu que a emissora concedeu espaço privilegiado a aliados da gestão municipal, que participaram de entrevistas e programas com conteúdo de caráter eleitoral.

Segundo a sentença, secretários municipais e a própria prefeita em exercício utilizaram o espaço radiofônico para enaltecer ações da gestão e associá-las à candidatura apoiada, o que caracterizou desequilíbrio na disputa eleitoral.

O magistrado destacou que as provas apresentadas, incluindo áudios e degravações de programas de rádio, foram consideradas válidas e suficientes para comprovar as irregularidades. A defesa dos investigados chegou a questionar a autenticidade dos materiais, mas não apresentou provas que sustentassem a alegação.

Ainda conforme a decisão, a ausência de contraprovas por parte dos investigados reforçou a veracidade dos documentos juntados ao processo.

Na análise do mérito, o juiz apontou que houve abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação, com impacto direto na lisura do pleito. A sentença ressalta que o rádio possui grande alcance em municípios do interior, como Ipiaú, influenciando significativamente a formação da opinião pública.

O magistrado concluiu que a exposição massiva e contínua dos candidatos e seus apoiadores criou um “desequilíbrio avassalador” na disputa, comprometendo a igualdade entre os concorrentes e a liberdade de escolha do eleitor.

Com base nas irregularidades constatadas, a Justiça Eleitoral determinou: 

a cassação dos diplomas e mandatos da prefeita e do vice; 

a inelegibilidade dos dois por oito anos; 

a realização de nova eleição no município, a ser convocada pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia após o trânsito em julgado da decisão.

A decisão ainda cabe recurso nas instâncias superiores. A prefeita eleita deverá recorrer ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) contra a sentença da 24ª Zona Eleitoral, buscando reverter a cassação e as demais penalidades impostas. Enquanto isso, o caso deve ter novos desdobramentos políticos e jurídicos no município de Ipiaú. 

Do Giro Ipiaú


Ministro Alexandre de Moraes autoriza prisão domiciliar para Jair Bolsonaro por 90 dias

Decisão do STF atende pedido da defesa com aval da PGR e leva em conta o quadro de saúde do ex-presidente



O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira, 24 de março de 2026, que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra prisão domiciliar por 90 dias. A decisão foi tomada após manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR) e considera o estado de saúde de Bolsonaro, que está internado. O caso ganhou repercussão nacional e reacende o debate político e jurídico em torno do ex-presidente.