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Após Flávio falar em "mudar a Constituição", assunto explode nas redes com fortes críticas ao candidato


Após o candidato Flávio Bolsonaro (PL) afirmar, em discurso nesta terça-feira (6), que usará a maioria obtida por seu partido no Congresso para modificar a Constituição, o tema explodiu nas redes sociais, com muitas críticas ao senador. Na rede X, o termo Constituição está no segundo lugar dos trending topics como assunto mais discutido, só perdendo para #EleNão. 

 

Ao lado do candidato derrotado Ronaldo Caiado (PSD), Flávio Bolsonaro disse que vai “mudar a Constituição para redemocratizar o Brasil”, e destacou que tem maioria para isso.

 

O assunto, além de dominar as discussões na rede X, também movimenta a internet. No Google Trends, ferramenta que mostra os assuntos mais pesquisados na internet, o termo Constituição teve um forte crescimento nas pesquisas dos internautas. O termo chegou inclusive ao patamar máximo de 100% de buscar nas noite desta terça, e seguiu sendo muito buscado nesta quarta (7). 

 

Candidatos eleitos no último domingo têm gravado vídeos fazendo um alerta para a fala do candidato do PL. A jovem influenciadora Ana Elisa (PT), a segunda mais votada para a Câmara dos Deputados por Minas Gerais, postou vídeo em que disse que o país teria que se preparar “para uma possível ditadura”.

 

Em uma entrevista nesta quarta, para anunciar apoios como o do ex-prefeito ACM Neto (União-BA), Flávio Bolsonaro procurou desmentir que iria modificar a Constituição. Flávio disse que estava se referindo a projetos como a redução da maioridade penal e uma reforma do Judiciário. 

 

Nas críticas ao candidato do PL, muitos internautas estão resgatando o discurso de deputado Ulysses Guimarães feito em outubro de 1988, na promulgação da Constituição. Na ocasião, Ulysses disse que tinha "ódio e nojo da ditadura", e que "traidor da Constituição é traidor da pátria".  Bahia Notícías 

Kassio Nunes avalia atender pedido para libertar Jair Bolsonaro logo depois do segundo turno das eleições


O pedido de revisão criminal apresentado no Supremo Tribunal Federal (STF) pelos advogados de Jair Bolsonaro, que tem o objetivo de buscar a anulação da condenação do ex-presidente, pode vir a ser julgado após o segundo turno das eleições, em 25 de outubro. Além do julgamento, há a possibilidade de concessão de uma liminar para soltura de Jair Bolsonaro até a análise da decisão favorável pelo plenário do STF.

Segundo revela reportagem da Folha de S.Paulo, o ministro Kassio Nunes Marques tem dito a interlocutores que pretende emitir uma decisão sobre o pedido após o segundo turno, seja quem for o vencedor da eleição presidencial. Kassio teria expressado entendimento de que houve uma série de “exageros” no julgamento da trama golpista pela qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão.

A defesa de Jair Bolsonaro alega em seu pedido que a anulação da sentença proferida pela Primeira Turma do STF repararia o que consideram um erro cometido pelo Judiciário. Eles alegam falta de individualização das condutas (identificação de quem fez o quê) e prejuízo à defesa, além de defenderem que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário, e não na turma.

Os advogados do ex-presidente sustentam que houve cerceamento de defesa, alegando dificuldades para acessar e analisar o grande volume de arquivos disponibilizados durante a investigação. Também foi anexado um parecer técnico que aponta supostas falhas na coleta e preservação de provas digitais, incluindo mensagens extraídas de aparelhos celulares.

Outro ponto salientado pelos advogados afirmam que a ausência de arquivos originais e a forma de registro de determinadas mensagens comprometem a possibilidade de auditoria e verificação da integridade das provas contra Jair Bolsonaro.

A interlocutores ouvidos pela Folha de S.Paulo, o ministro Kassio Nunes, que é o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), afirma que o pedido de revisão criminal feito pela defesa de Bolsonaro já está pronto para ser julgado. O ministro tem dito que ainda não liberou o processo para não ser acusado de interferir nas eleições.

A um auxiliar, o ministro afirmou a um auxiliar, segundo a Folha, que já refletiu sobre o pedido de revisão criminal e concluiu que houve excessos no julgamento, como, por exemplo, em relação ao amplo direito de defesa e ao rigor da pena aplicada. O ministro avalia que sanções políticas não existem no Código Penal e que seu voto ou sua liminar serão capazes de causar uma “comoção nacional”, pois há muitos elementos sobre a tramitação da ação sobre a trama golpista a serem contestados.

Uma eventual decisão sobre a revisão do julgamento que condenou Jair Bolsonaro e outras pessoas ligadas ao governo anterior teria que passar pelo plenário do STF. Já uma medida liminar pela soltura do ex-presidente poderia continuar válida até que aconteça esse julgamento.

A eventual soltura do ex-presidente atenderia ao discurso do candidato Flávio Bolsonaro (PL), que tem dito que o seu pai “vai subir a rampa” com ele, caso vença as eleições no segundo turno. Uma eventual decisão favorável à revisão criminal poderia, nesse caso, acontecer antes do indulto prometido ao pai por Flávio, mas que só pode ser decretado após ele ser empossado como presidente.

BN 

Eleições 2026: veja o que pode e o que não pode neste domingo, inclusive nas redes sociais



Os eleitores brasileiros vão às urnas neste domingo (04) para o primeiro turno das Eleições 2026. Além das regras nos locais de votação, é preciso atenção ao uso das redes sociais, já que a legislação estabelece limites para manifestações políticas e propaganda eleitoral no dia do pleito. A votação acontece das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. 

Atenção às redes sociais

O eleitor pode manifestar sua preferência política de maneira pessoal, mas existe uma diferença importante entre declarar o próprio voto e fazer propaganda para tentar convencer outras pessoas.

Uma manifestação estritamente pessoal, como informar em quem pretende votar, pode ser admitida. Por outro lado, no dia da eleição é proibida a publicação de novos conteúdos de propaganda eleitoral e também o impulsionamento de conteúdo político-eleitoral na internet. Mensagens com pedido de voto ou destinadas a persuadir outros eleitores podem ser enquadradas nas proibições previstas para o dia da votação.

As publicações de propaganda feitas antes do dia da eleição não precisam ser apagadas e podem continuar disponíveis. A vedação específica é para a publicação de novos conteúdos de propaganda e para o impulsionamento no domingo.
O que é permitido

No dia da eleição, o eleitor pode demonstrar sua preferência de forma individual e silenciosa, utilizando camiseta, broche, adesivo ou bandeira de candidato, partido, federação ou coligação. Também é permitido levar uma “colinha” de papel com os números dos candidatos escolhidos.
O que é proibido

É proibida a boca de urna, incluindo abordagem ou tentativa de convencer eleitores, distribuição de santinhos e outros materiais de campanha, além de aglomerações que caracterizem manifestação coletiva. Também não são permitidos comícios, carreatas, uso de alto-falantes ou outras formas de propaganda no dia da votação.

Outro ponto importante é o celular. O aparelho pode ser utilizado antes da votação, inclusive para apresentar o e-Título, quando aplicável, mas não pode ser levado para a cabine de votação. Celulares, câmeras, filmadoras, óculos inteligentes ou outros equipamentos capazes de registrar imagens devem ficar no local indicado pelos mesários enquanto o eleitor utiliza a urna.

As restrições têm como objetivo preservar a liberdade de escolha do eleitor, o sigilo do voto e impedir a prática de boca de urna.


Ana Cléia reforça apoio a Jayminho, Matheus de Geraldinho e candidatos do grupo de Sandro Futuca durante caminhada em Ibirataia

 


A ex-prefeita de Ibirataia, Ana Cléia Leal, participou da grande caminhada política realizada nesta sexta-feira (2), pelas principais ruas e avenidas da cidade, ao lado do prefeito Sandro Futuca, do ex-prefeito Marcos Aurélio, vereadores, secretários municipais, lideranças políticas e de uma grande multidão que acompanhou o movimento.


Durante o evento, Ana Cléia foi recebida com entusiasmo pela população ibirataense e recebeu o carinho de amigos, correligionários e apoiadores que fizeram questão de cumprimentá-la durante o percurso.




A presença da ex-prefeita reforçou seu posicionamento político e seu apoio aos candidatos que integram o grupo liderado pelo prefeito Sandro Futuca. Na ocasião, Ana Cléia destacou seu apoio aos candidatos a deputado federal Jayminho Vieira Lima (1518) e Matheus de Geraldinho (15777), além de Eduardo Salles (43222) e Patrick Lopes (70123).


O grupo também defende as candidaturas de Rui Costa e Jaques Wagner ao Senado, Jerônimo Rodrigues para governador e Lula para presidente da República.


A caminhada foi marcada por bandeiras, camisas vermelhas, manifestações de apoio e palavras de incentivo aos candidatos apoiados pelo grupo político. Ao lado de Sandro Futuca e das demais lideranças, Ana Cléia percorreu as ruas de Ibirataia acompanhando a mobilização popular na reta final da campanha.


Na foto registrada em card, Ana Cléia declara publicamente seu apoio a Jayminho Vieira Lima (1518) e Matheus de Geraldinho (15777), reafirmando seu compromisso com o grupo político liderado pelo prefeito Sandro Futuca.


Com a aproximação das eleições, as lideranças do grupo intensificam a mobilização em busca dos votos dos eleitores de Ibirataia para os candidatos apoiados pela base política municipal.


Tesouras Notícias


Aposentados e pensionistas que votarem neste domingo terão prova de vida automática no INSS

Medida também vale para beneficiários do BPC; ausência nas urnas não suspende pagamentos, pois o instituto consulta outros registros públicos

 


Aposentados, pensionistas e beneficiários do BPC que comparecerem às urnas neste domingo (4) terão o registro da votação usado como prova de vida pelo INSS. Segundo o instituto, a informação será recebida da Justiça Eleitoral e permitirá a comprovação sem necessidade de ir ao banco ou a uma agência para esse fim.

A prova de vida confirma que o beneficiário está vivo para manter os pagamentos. O procedimento abrange cerca de 40 milhões de pessoas e é feito por meio do cruzamento de informações de bases públicas. Em 2024, os registros eleitorais permitiram atualizar aproximadamente 5 milhões de comprovações, de acordo com o INSS.

Quem não votar não terá o benefício suspenso apenas por faltar à eleição. O instituto continuará buscando outros registros, como emissão de documentos e atendimentos em serviços públicos. O beneficiário só será chamado a regularizar a situação se nenhuma informação confirmar a prova de vida.Radar News