Segundo relatos de uma estudante, o professor ficou nu na frente dos alunos durante uma aula realizada na quarta-feira (23).
De acordo com a aluna, do 3º ano do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), este foi o primeiro episódio em que o professor de Filosofia teria se exposto fisicamente.
No entanto, segundo ela, ele já apresentava comportamentos considerados inadequados desde que começou a trabalhar na unidade de ensino.
“Esse foi o primeiro comportamento em se expor dele, mas ele já vem com esse comportamento sexual absurdo desde que começou a trabalhar no colégio. Em todas as aulas ele abre uma pauta sobre sexologia, sendo que esse não é o tema profissional dele e os assuntos não são sobre sexologia”, relatou a estudante ao G1.
O Conselho de Sentença da Corte decidiu pela absolvição baseada em clemência (perdão ao réu, mesmo reconhecendo que ele cometeu o crime, devido a razões humanitárias e/ou compaixão).
“O Conselho de Sentença, embora tenha reconhecido a materialidade, a autoria e a forma tentada do delito, respondeu afirmativamente ao quesito genérico de absolvição. A Lei nº 11.689/2008 concentrou no quesito absolutório genérico a possibilidade de o jurado absolver o réu por quaisquer fundamentos”, justificou a juíza Danielle Christine Silva Melo, presidente do Tribunal do Júri.
Cristiano assistia ao júri, em novembro daquele ano, quando sacou uma arma calibre .38 da cintura e começou a disparar vários tiros na direção de Francisco Cleidivaldo Mariano de Moura — homem acusado de matar seu pai em 2012.
Após as balas acabarem, ele ainda deu várias coronhadas no homem, que sobreviveu, apesar de levar seis tiros. Cristiano foi detido em flagrante e preso preventivamente.
O pai dele foi morto a tiros, após Francisco ter ido confrontá-lo, sob efeito de álcool, acerca de um burro que teria se perdido de sua propriedade, em São José de Belmonte.
O assassino teria fugido do local do crime, e o pai de Cristiano morreu, após 18 dias internado em um hospital. (Metrópoles)
A exigência passa a integrar a Lei nº 15.388/2026 e terá monitoramento a cada dois anos. Na prática, redes que ultrapassarem o limite de temporários deverão ampliar concursos públicos ao longo da próxima década.
Os dados mais recentes mostram que o país ainda está distante da meta. Segundo o Censo Escolar de 2025, as redes estaduais têm apenas 48,6% de professores efetivos, o que indica que mais da metade dos docentes ainda trabalha sob contratos temporários ou precários.
Nos municípios, o cenário também preocupa. A média de professores efetivos é de 60,5%, e cerca de dois terços das cidades já estão abaixo do patamar mínimo exigido pelo plano antes mesmo do início da vigência.
REDUÇÃO CRITICADA
O novo PNE substitui o plano anterior, que previa uma meta mais rigorosa, de 90% de professores efetivos. A redução para 70% gerou críticas de entidades da educação, que consideram o novo limite uma flexibilização da exigência.
Apesar disso, o governo federal sustenta que o percentual atual é mais compatível com a realidade das redes de ensino e pode ser cumprido com a ampliação gradual de concursos públicos ao longo dos próximos dez anos. (Pimenta)
A proposta leva em consideração o fato de o Brasil ser um grande produtor e exportador de petróleo. Em cenários de crise internacional, como conflitos no Oriente Médio, o preço do barril tende a subir, o que pode elevar as receitas públicas provenientes da exploração e exportação do produto.
De acordo com o texto, sempre que for identificado um crescimento significativo dessas receitas — impulsionado pela alta nas cotações internacionais — o governo poderá reduzir impostos que incidem sobre combustíveis como gasolina, diesel, etanol e biodiesel.
A medida tem como objetivo amenizar o impacto da alta dos preços para os consumidores, utilizando parte da arrecadação extra gerada pelo próprio aumento do petróleo.
Caso o projeto seja aprovado, o Poder Executivo também poderá adotar novas ações complementares, conforme a necessidade, para conter os efeitos das variações no mercado internacional e tentar manter maior estabilidade nos preços dos combustíveis no país. A proposta ainda será analisada pelos parlamentares antes de seguir para votação nas comissões e no plenário.
Em nota, a Anvisa esclareceu que as demais indicações permanecem restritas ao público adulto. “A única mudança foi a ampliação da população-alvo para tratamento de diabetes, que antes era apenas adulta e agora passa a incluir o uso pediátrico”, informou o órgão. O Mounjaro integra a classe dos agonistas do receptor GLP-1, popularmente conhecidos como “canetas emagrecedoras”.
Na próxima semana, a diretoria colegiada da Anvisa deve analisar uma proposta de instrução normativa que estabelece procedimentos e requisitos técnicos para a manipulação desses medicamentos. A medida faz parte de um conjunto de ações incluídas no plano anunciado no último dia 6, que reúne iniciativas regulatórias e de fiscalização voltadas a esse tipo de produto.
Na semana passada, a agência também publicou portarias que instituem dois grupos de trabalho para reforçar o controle sanitário e garantir a segurança dos pacientes que utilizam as chamadas canetas emagrecedoras.
O primeiro grupo, criado pela Portaria nº 488/2026, contará com representantes do Conselho Federal de Farmácia (CFF), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Federal de Odontologia (CFO). Já o segundo grupo, estabelecido pela Portaria nº 489/2026, será responsável por acompanhar e avaliar a execução do plano de ação da Anvisa, além de subsidiar as decisões da diretoria colegiada com propostas de aprimoramento.