Esta é uma das conclusões do 5º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com o levantamento, a participação das mulheres no mercado de trabalho passou de 7,2 milhões para 8 milhões de trabalhadoras, o que corresponde a um acréscimo de cerca de 800 mil postos.
O avanço foi ainda mais expressivo entre mulheres negras (pretas e pardas), cujo número de ocupadas aumentou 29%, de 3,2 milhões para 4,2 milhões.
Desigualdade salarial
Apesar do aumento do emprego, a desigualdade salarial entre homens e mulheres praticamente não se alterou em relação ao relatório anterior. Em 2023, as mulheres recebiam 20,7% menos que os homens; agora, a diferença passou para 21,3%.
Já no salário mediano de contratação, a diferença subiu de 13,7% para 14,3%, variação considerada estatisticamente estável.
O relatório se baseia em dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e reúne dados de cerca de 53,5 mil estabelecimentos com 100 ou mais empregados.
Segundo o levantamento, o salário médio no país, que reúne todos os salários e divide pelo número de trabalhadores, é de R$ 4.594,89. Já o salário contratual mediano, que fica no meio da escala que considera desde o salário mais baixo até o mais alto, é de R$ 2.295,36. (Agência Brasil)
Em decorrência das investigações, a prefeitura de São Paulo informou que o professor foi desligado de suas funções na rede municipal de ensino. A série de denúncias — que inclui acusações de pedofilia — veio à tona neste mês, sete anos após a participação do intérprete no evento presidencial.
O caso começou a ser investigado após a mãe de um adolescente denunciar os atos cometidos contra o filho. Segundo os relatos, os abusos contra esse jovem iniciaram em meados de 2022, quando a vítima tinha 12 anos, e se estenderam por um período de cerca de três anos. O adolescente relatou ter compreendido a natureza das violações apenas em março deste ano, após assistir a uma palestra escolar voltada à conscientização sobre violência sexual.
As denúncias contra o professor foram inicialmente reveladas pela Rádio BandNews e, posteriormente, confirmadas pelo portal Metrópoles. Bahia Notícías
De acordo com informações divulgadas pela Polícia Militar do Mato Grosso (PM-MT), o menino foi levado para uma residência por quatro homens, que o arrastaram pelos braços. A vítima também apresentava lesões no rosto, causadas por agressões. A criança relatou ainda que foi obrigada a cavar a própria cova.
Após ser resgatado por policiais da Companhia de Motopatrulhamento Tático Raio, o menino contou que os suspeitos estavam realizando o “tribunal do crime” e que, após a execução, ele seria enterrado em um local conhecido como “Fazendinha”.
Segundo o relato, o jovem foi submetido ao tribunal sob suspeita de furtos na região. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.
Os quatro suspeitos foram presos em flagrante. No local, a polícia apreendeu objetos como facas, pá, picareta, enxada, além de três balanças de precisão, dinheiro em espécie, celulares e chips telefônicos. (Correio 24h)
Ex-presidente da Câmara Municipal de Barra do Bugres, o parlamentar estava foragido após ser denunciado por violência doméstica.
De acordo com a Polícia Civil, Júnior Chaveiro é suspeito de ter utilizado uma chave de roda para agredir a companheira. Conforme consta na decisão judicial, ele teria desferido golpes na cabeça e na perna da vítima, além de morder e tentar sufocá-la, enquanto fazia ameaças de morte. Bahia Notícías
Segundo relatos de uma estudante, o professor ficou nu na frente dos alunos durante uma aula realizada na quarta-feira (23).
De acordo com a aluna, do 3º ano do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), este foi o primeiro episódio em que o professor de Filosofia teria se exposto fisicamente.
No entanto, segundo ela, ele já apresentava comportamentos considerados inadequados desde que começou a trabalhar na unidade de ensino.
“Esse foi o primeiro comportamento em se expor dele, mas ele já vem com esse comportamento sexual absurdo desde que começou a trabalhar no colégio. Em todas as aulas ele abre uma pauta sobre sexologia, sendo que esse não é o tema profissional dele e os assuntos não são sobre sexologia”, relatou a estudante ao G1.