A informação, confirmada por veículos locais, revela que o ex-jogador é citado em três processos abertos no Condado de Orange, na Flórida. Um dos autores das ações é o volante Willian Arão, atualmente no Santos, que alega prejuízos milionários em um empreendimento da empresa D32 Holdings LLC, da qual Doni é sócio.
Segundo os autos, Arão investiu cerca de US$ 200 mil (aproximadamente R$ 1,04 milhão) em novembro de 2022 no projeto “Camila Homes”, com a expectativa de retorno anual de até 15%. No entanto, as obras do condomínio, localizado a cerca de uma hora de Orlando, não foram concluídas. O jogador agora cobra o triplo do valor investido, cerca de US$ 600 mil, equivalentes a R$ 3,1 milhões na cotação atual.
Além da ação de Arão, a D32 Holdings enfrenta outras acusações. Uma das empresas envolvidas alega que contratos de compra e renovação de imóveis, com promessa de divisão de lucros, não foram cumpridos. Em outro caso, um terreno adquirido não teria sido repassado, e ainda estaria sobre hipoteca milionária não informada aos compradores.
Doni nega irregularidades e reforça legalidade da empresa
Em nota oficial, Doni negou qualquer fraude. Segundo ele, a incorporadora passa por um processo de reestruturação societária e administrativa, com integração de duas empresas do setor de construção. O ex-goleiro afirmou que divergências comerciais pontuais surgiram durante a revisão de contratos, mas que tudo está sendo tratado dentro da legalidade. Doni também destacou que não há pedido de prisão e que o juiz reconheceu que a documentação da empresa está em ordem.
Carreira e trajetória de Doni
Doni construiu carreira sólida no futebol internacional. Revelado pelo Botafogo-SP, foi vice-campeão paulista em 2001 e ganhou destaque nacional ao assumir a titularidade do Corinthians. No futebol europeu, jogou 200 partidas pela Roma, na Itália, e teve passagem pelo Liverpool, na Inglaterra.
Na Seleção Brasileira, o goleiro foi titular na conquista da Copa América de 2007 e integrou o elenco na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. A carreira foi encerrada prematuramente em 2013, após o diagnóstico de arritmia cardíaca, quando passou a se dedicar a negócios fora dos campos.
Natural do Rio de Janeiro, Juliana foi criada em Salvador, para onde se mudou ainda na infância. Na capital baiana, cursou o ensino fundamental no Colégio Antônio Vieira e se formou em Direito pela Universidade Católica do Salvador (Ucsal).
Segundo a instituição de ensino de Rondônia, o agressor é aluno regularmente matriculado. Imagens gravadas por pessoas que estavam no local mostram o momento em que ele é imobilizado por outros estudantes logo após o ataque. Em seguida, o suspeito foi encaminhado à Central de Polícia.
Segundo a GloboNews, a professora chegou a ser socorrida. Vídeos que circulam nas redes sociais registram Juliana consciente, sendo amparada por alunos enquanto aguardava atendimento médico. Ela foi levada em estado grave ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos.
O crime ocorreu durante o período de aulas, dentro da própria sala onde a professora lecionava. A motivação do ataque ainda não foi esclarecida. A Polícia Civil informou que abriu investigação para apurar as circunstâncias do caso e entender o que levou o estudante a cometer o crime. O suspeito permanece à disposição da Justiça.
Em nota, a Fimca confirmou a identidade do aluno envolvido e informou que está colaborando com as investigações. Até o momento, não foram divulgadas possíveis medidas administrativas relacionadas ao caso.
Também em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Nacional manifestou profundo pesar pela morte da professora. “A morte de uma professora de Direito, em ambiente de formação jurídica, causa perplexidade e mobiliza toda a advocacia brasileira, que rende homenagem à sua trajetória”, afirmou o presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti. A entidade se solidarizou com familiares, amigos, colegas e alunos da vítima.
O Colégio Antônio Vieira, onde Juliana estudou na infância e adolescência, também lamentou a morte da ex-aluna. Em nota, a instituição destacou a trajetória da professora e afirmou que o episódio “reforça a urgência de cuidarmos da vida, das relações e do outro”, prestando solidariedade à família e aos amigos. Bahia Notícías
O ex-atleta foi condenado à pena de 23 anos e um mês de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado contra Eliza Samudio. Foi realizado um pedido do Ministério Público dias após as postagens de Bruno nas redes sociais, que remetiam ao seu "retorno" ao Maracanã.
Com a decisão, o ex-goleiro deverá comparecer ao sistema penitenciário em até 5 dias, para decretar o regime semiaberto. Além disso, ainda estará sob pena de expedição de mandado de prisão.
Após a condenação de Bruno, que aconteceu em março de 2013, em 2021 ocorreu a transferência da execução penal do ex-atleta, e foi mantido o regime semiaberto domiciliar. Já em janeiro de 2023, o livramento condicional foi deferido. Bahia Notícías
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Um médico regularmente inscrito no Conselho
Regional de Medicina (CRM) denunciou a comercialização,
venda e aplicação de suposto medicamento Mounjaro (tirzepatida) de origem
duvidosa e possivelmente falsificado, realizada por pessoas sem formação
médica e fora de qualquer ambiente de assistência à saúde.
Segundo o profissional, a prática vem se espalhando
de forma preocupante, especialmente em clínicas irregulares, espaços estéticos,
redes sociais e atendimentos informais, colocando em risco a saúde de inúmeras
pessoas.
Uso fora do ambiente médico e sem
qualquer controle
De acordo com a denúncia, o produto estaria sendo
oferecido e aplicado sem prescrição
médica, sem acompanhamento
clínico, sem rastreabilidade
e sem garantias quanto à procedência,
armazenamento ou condições adequadas de uso.
Essas circunstâncias configuram grave infração sanitária e ética, além
de expor os pacientes a riscos significativos, como:
O médico alerta que, em muitos casos, os pacientes
sequer sabem exatamente o que está sendo aplicado, acreditando tratar-se do
medicamento original.
Tirzepatida é medicamento de uso
controlado
A tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro, é um medicamento de uso controlado,
indicado para condições específicas e que exige avaliação clínica, prescrição médica e acompanhamento contínuo.
“Esse tipo de medicamento não pode ser utilizado de
forma indiscriminada ou comercializado por pessoas não habilitadas. Seu uso
inadequado pode trazer consequências graves à saúde”, ressalta o profissional.
As normas sanitárias vigentes e as diretrizes de
segurança do paciente determinam que a prescrição, administração e
monitoramento da tirzepatida devem ser realizados exclusivamente por médico habilitado, dentro de ambiente adequado
e com produto regularizado.
Pedido de investigação e medidas
urgentes
Diante da gravidade da situação, o médico solicitou
que a denúncia seja apurada com
urgência pelos órgãos competentes, com adoção de medidas como:
Alerta à população
O caso serve de alerta para a população: medicamentos injetáveis e de uso controlado
nunca devem ser adquiridos ou aplicados fora do ambiente médico.
Desconfie de promessas fáceis, preços muito abaixo
do mercado e aplicações realizadas por pessoas sem formação em medicina. A
busca por resultados rápidos não pode se sobrepor à segurança e à saúde.
Um grave acidente envolvendo um ônibus que transportava romeiros deixou 15 pessoas mortas e diversos feridos na manhã desta terça-feira (3), na rodovia AL-220, no município de São José da Tapera, no Sertão de Alagoas.
De acordo com informações confirmadas pelo Governo do Estado, o veículo levava cerca de 60 passageiros que retornavam da Romaria de Nossa Senhora das Candeias, em Juazeiro do Norte (CE), quando o motorista teria perdido o controle da direção e o ônibus saiu da pista.
Entre as vítimas fatais estão cinco homens, sete mulheres e três crianças. Até o momento, as identidades não foram oficialmente divulgadas pelas autoridades. Equipes do Corpo de Bombeiros, do SAMU e da Polícia Militar foram acionadas e atuaram no resgate das vítimas, prestando os primeiros socorros e encaminhando os feridos para unidades de saúde da região.
Em nota oficial, o governador Paulo Dantas lamentou a tragédia e decretou luto oficial de três dias em Alagoas, em solidariedade às famílias das vítimas. O governo estadual informou ainda que está oferecendo apoio às famílias e acompanhando a apuração das causas do acidente.
As circunstâncias do ocorrido serão investigadas pelos órgãos competentes. O caso causou grande comoção, especialmente por envolver fiéis que participavam de uma tradicional manifestação religiosa.