Boatos voltam a circular nas redes, mas Receita reafirma: não existe imposto sobre o Pix.
Mais
uma vez, o Pix virou alvo de desinformação nas redes sociais. Novamente,
começou a circular uma falsa notícia de que o governo pretende tributar as
transações feitas pelo sistema instantâneo de pagamentos.
A
Receita Federal reagiu rapidamente e com firmeza. Em seu site publicou
esclarecimento, informando que “são completamente falsas as informações sobre
monitoramento de movimentações financeiras via PIX para fins de tributação” e
explicou que a Constituição Federal proíbe a tributação de movimentações
financeiras e isso inclui o Pix.
Segundo
a Receita, não existe nenhuma cobrança de imposto sobre o Pix, nem qualquer
intenção de tributar essas operações.
A
polêmica sobre a tributação do Pix gira em torno de uma Instrução Normativa da
Receita, de número 2.278, publicada em 2025. Ela apenas estende regras de
transparência já exigidas dos bancos às fintechs, sem rastrear ou identificar
transações específicas.
A Receita destaca que a medida é fundamental para prevenir crimes como lavagem
de dinheiro, e que não há qualquer relação com cobrança de tributos.
Em
seu comunicado, a Receita alerta para o fato de que espalhar esse tipo de fake
news coloca em risco a segurança das pessoas, alimenta golpes, desconfiança no
sistema e fortalece o crime organizado. Além disso, quem propaga esse tipo de
mentira, muitas vezes, lucra com a repercussão nas redes.
Portanto,
se você receber mensagens dizendo que o Pix será taxado, não compartilhe. É
mentira.
A
Receita lembra que, a partir deste ano, quem ganha até 5 mil reais mensais está
isento do imposto de renda — e não o contrário, como sugerem algumas dessas
fake news.
No
fim das contas, a recomendação é simplesmente confiar apenas em fontes
oficiais. Para mais esclarecimentos, acesse o site oficial da Receita Federal
em: www.gov.br/receitafederal (Por
Katia Maia, Ag. Voz) Foto: Marcello Casal Jr/ Ag. Brasil

Foto: Antônio Cavalcante/Bahia Notícias
Por Fernando Duarte - Bahia Notícias
Os holofotes da política baiana estavam voltados para a participação do senador Angelo Coronel (PSD) na Lavagem do Bonfim. Não foi dessa vez que ele realizou o desejo daqueles que queriam ver frases marcantes, alfinetadas ou confirmações de adesão indeterminada à causa do petismo na Bahia. A família Coronel não foi à Lavagem e deixou a expectativa baixar, tal qual poeira na Quarta-feira de Cinzas, após Carnaval.
A ausência de Coronel não foi surpresa. Apesar de presente em algumas lavagens ao longo dos últimos anos, o senador não tem base eleitoral na capital baiana e preferiu não se expor ao clima beligerante que a imprensa tenderia a criar. Preferiu recuar (ainda que o perfil dele normalmente não seja esse). E, somada a já aguardada ausência do senador Otto Alencar (PSD), não houve aumento da temperatura na relação entre PSD e PT para além do dia de calor extenuante entre a Igreja da Conceição da Praia e a Basílica do Senhor do Bonfim.
Apesar de um ano político, para além da virtual tensão com Coronel, pouco se viu implicações eleitorais nas falas dos candidatos majoritários. O senador Jaques Wagner (PT), com mobilidade reduzida desde que se submeteu a uma cirurgia no joelho, já não cumpria o “circuito” há alguns anos e se manteve – participou apenas do culto ecumênico. O ministro Rui Costa (PT), que, desde a época de governador nunca foi de participar feliz da Lavagem do Bonfim, não deu as caras e quase ninguém notou. Ou seja, sobraram espaço para Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto (União), candidatos mais do que declarados no próximo mês de outubro.
Jerônimo não esteve ladeado pelos grandes caciques do grupo político dele. Pareceu, em um dado momento, “abandonado” ainda que tenha mobilizado o secretariado e diversos aliados que desejam espaço na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados. Ou seja, nada mais do que a obrigação deles, em tentarem usufruir das popularidades uns dos outros. Sem qualquer contraponto à tensão com Coronel e o PSD, a versão de que haverá uma acomodação entre aliados foi a que se sobrepôs, especialmente após o encontro entre Jerônimo e Diego Coronel.
Do lado da oposição, ACM Neto se manteve ao lado de Bruno Reis, que demorou – e muito – para cruzar o trajeto que abre o circuito de festas sagradas e profanas de Salvador. Popular desde que foi prefeito, o pré-candidato ao governo não entrou em embates públicos novos e usou a Lavagem do Bonfim como nos últimos anos, numa espécie de “teste de popularidade”, para alimentar as próprias redes e para rebater aliados que possam, eventualmente, duvidar da capacidade de mobilização do ex-prefeito. Ao lado do pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), ACM Neto também optou por não tornar o evento um campo excessivamente minado para adversários, prática utilizada em anos anteriores.
Quem também aproveitou a Lavagem para se reafirmar enquanto pré-candidato foi o governador de Goiás, Ronaldo Caiado. Ele, que almeja se manter na corrida pelo Palácio do Planalto até o fim da disputa, disparou críticas aos governos petistas e tentou tirar uma lasquinha da popularidade dos aliados pelas bandas baianas. Para um estranho no ninho, não tem muito a reclamar.
Em resumo, o tradicional início da campanha em anos eleitorais manteve uma temperatura baixa mesmo com o calor do verão soteropolitano. Sinal de que a festa, religiosa e profana, conseguiu se sobrepor aos usos que os políticos tentam fazer dela.
Na Papudinha, Jair Bolsonaro passou a ocupar uma cela de 54 metros quadrados, que conta com quarto, banheiro, lavanderia, cozinha, sala e uma área externa de 10,07 metros quadrados. A cela comporta até quatro pessoas, mas será usada exclusivamente pelo ex-presidente.
No mesmo Núcleo de Custódia da PMDF estão Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro, e Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal. Ambos dividem outra unidade semelhante à que o ex-presidente foi abrigado.
O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, depois de ter sido condenado pela Primeira Turma do STF por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro foi enviado para uma sala na Polícia Federal no dia 22 de novembro do ano passado, após ter tentado romper a tornozeleira eletrônica que usava desde agosto.
A defesa e a família de Bolsonaro fizeram diversas reclamações da sala onde o ex-presidente estava no prédio da Polícia Federal, inclusive afirmando que ele estaria sendo “torturado”. Alexandre de Moraes afirmou que a detenção do ex-presidente na Superintendência da PF não era uma “colônia de férias”.
“Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira, ou em uma colônia de férias, como erroneamente várias das manifestações anteriormente descritas parecem exigir”, escreveu Moraes.
O ministro do STF destacou ainda que os “privilégios” concedidos ao ex-presidente “não existem para os demais 384.586 presos em regime fechado no Brasil”.
Na sua decisão, Alexandre de Moraes afirma que a “excepcional concessão do cumprimento da pena definitiva em Sala de Estado Maior diferencia, independentemente de idade ou condição de saúde, o custodiado Jair Bolsonaro dos 384.586 condenados que cumprem pena privativa de liberdade em regime fechado”, ao prever a possibilidade de o ex-presidente contar com televisão a cores, banheiro privativo, frigobar e banho de sol diário e exclusivo.
Ao decidir pela transferência de Bolsonaro para a Papudinha, o Moraes estabeleceu ainda que a esposa e os filhos dele só podem visitá-lo às quartas e quinta-feiras. O magistrado fixou uma janela das 8h às 16h para os parentes.
Ainda segundo a decisão, na Papudinha Bolsonaro contará com um atendimento médico em regime de plantão de 24 horas, além de um posto de saúde no local com equipe composta por dois médicos clínicos, três enfermeiros, dois dentistas, um assistente social, dois psicólogos, um fisioterapeuta, três técnicos de enfermagem, um psiquiatra e um farmacêutico.
A nova prisão de Jair Bolsonaro fica mais perto de sua casa do que o prédio da Superintendência da Polícia Federal. Enquanto a PF se localiza a cerca de 17 quilômetros da residência de Bolsonaro e Michelle em um condomínio na região do Jardim Botânico em Brasília, a Papudinha fica a apenas sete quilômetros da casa. Bahia Notícías
Agentes da PF cumprem, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), 42 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Os bens e valores bloqueados superam R$ 5,7 bilhões.
Conhecido por investir e comandar projetos de reestruturação de empresas em crise, Tanure atua em setores diversos da economia. Dentre seus investimentos, estão desde empresas de mídia a área de infraestrutura e até empresas de petróleo.
Já Mansur tem passagens por grandes empresas, como PwC, Monsanto, Trump Realty Brazil e Wtorre, além de ser fundador da Reag Investimentos, criada em 2012. Bahia Notícías
Os suspeitos teriam chegado por volta das 2h30 da manhã no local. Informações preliminares indicaram que quatro deles estavam encapuzados e armados com pistolas e fuzis. O vigia e a família foram trancados em um quarto. Neste momento, os assaltantes procuravam o galpão onde o avião estava guardado.
Depois de encontrarem a aeronave, os assaltantes também levaram celulares das vítimas. Eles usaram ainda galões de combustível de aviação para abastecer o avião antes da fuga. A Polícia Civil realiza busca pelos suspeitos e tenta localizar a aeronave. G1