As circunstâncias do homicídio ainda são investigadas. Após o ataque, equipes da Polícia Militar foram acionadas, isolaram a área e preservaram a cena do crime até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pela perícia e remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a exames de necropsia. Já durante a noite, mais um episódio de violência foi registrado na cidade. Um homem identificado pelo apelido de “Niquinho” foi baleado dentro de um bar no bairro Campo Belo, nas proximidades do Complexo Policial.
De acordo com as primeiras informações, a vítima estava no estabelecimento quando homens armados chegaram ao local e efetuaram diversos disparos. Niquinho foi atingido, socorrido e encaminhado para uma unidade de saúde. Até a publicação desta matéria, seu estado de saúde não havia sido divulgado. A Polícia Militar realizou buscas na região, mas nenhum suspeito foi localizado. O caso será investigado pela Polícia Civil, que trabalha para identificar os autores e apurar se há relação entre os dois ataques registrados nesta segunda-feira em Jequié. (Giro Ipiaú)
A vítima ainda tentou fugir dos atiradores, mas foi alcançada e morta em uma esquina às margens de uma via pública, nas proximidades da Rodovia BA-545. Equipes da Polícia Militar estiveram no local e acionaram o Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou a perícia e encaminhou os corpos ao Instituto Médico Legal (IML) de Jequié. O caso será investigado pela Delegacia Territorial, e imagens de câmeras de segurança da região poderão auxiliar na identificação dos autores e na elucidação do crime. *Por Marcos Frahm / BMF
Segundo a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão durante uma festa. Testemunhas relataram que o condenado agrediu a jovem mesmo depois de ser alertado de que ela estava grávida. O bebê morreu poucos dias depois, e Jéssica permaneceu internada até falecer por falência múltipla dos órgãos, provocada por uma infecção decorrente dos ferimentos.
Embora familiares acreditassem que Américo fosse o pai da criança, um exame de DNA comprovou posteriormente que ele não tinha vínculo biológico com o bebê. Preso em flagrante no dia das agressões, o acusado pagou fiança e foi solto. Após a morte da vítima, a Justiça decretou sua prisão preventiva, mas ele só se apresentou às autoridades em fevereiro de 2023.
Durante o julgamento da última quarta-feira (1º), a defesa sustentou que o réu sofreu um surto psicótico provocado pelo uso de drogas no dia do crime. Os jurados rejeitaram a tese e o condenaram por homicídio triplamente qualificado, por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima, além do crime de aborto sem o consentimento da gestante. (Pimenta)
Segundo denúncia obtida pelo Bahia Notícias, nesta segunda-feira (6), os profissionais presos tinham condutas individuais, que extrapolavam a assistência jurídica para abranger a gestão financeira, logística de armas e tráfico de drogas. Os cargos deles iam desde a gestão de armamentos, como a contabilidade de facções e até o transporte e tráfico de drogas.
Os profissionais ainda realizavam engrenagens de gestão entre os chefes do tráfico presos, sendo representante deles, que estavam em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) e os membros em liberdade.
De acordo com o documento acessado pela reportagem, os profissionais presos tinham papéis e funções diversas na organização criminosa. Veja como funcionava a estrutura e os cargos que cada um dos advogados tinham nas facções:
Joanderson Almeida dos Santos (BDM): Último preso na operação, o defensor atuava como integrante do Bonde do Maluco, tendo o cargo de assessor contábil e de gestão. Joanderson apresentava extratos de receitas e fluxos financeiros da venda de drogas para o traficante Leandro, conhecido como Leo Gringo. Suas condutas incluíram a coordenação da compra de veículos e imóveis para a facção, além de discutir estratégias de lavagem de dinheiro através da emissão de notas fiscais falsas.
Izabela da Silva de Oliveira (BDM): A defensora, além de mensageira, acumulava a função de operadora financeira do Bonde do Maluco. Mantinha alto grau de intimidade com o líder Averaldo Ferreira, realizando pessoalmente transferências via Pix para outros comparsas por ordem dele. Também transmitia informações sobre o tráfico de drogas na região da Barra, em Salvador.
Tamires Félix Alves da Silva (BDM): A advogada era interlocutora entre núcleos distintos da ORCRIM, prestando serviços para lideranças como "Colorido" e "Arco-Íris". Suas condutas envolveram a leitura de resumos financeiros mensais (superando R$ 116 mil) para o criminoso Décio Douglas e a negociação de dívidas relacionadas ao fornecimento de cocaína ("pó").
Ícaro Cardoso Viana (BDM): O advogado utilizava sua credencial para viabilizar a transmissão de ordens estratégicas do preso Gledson Bonfim, incluindo instruções para que parentes do preso buscassem pistolas e realizassem a entrega de entorpecentes. Também geria a prestação de contas do faturamento do tráfico e a reposição de estoques de maconha ("chá").
Raíza Araújo da Silva (CV): A advogada atuava a mando de uma liderança de alto status hierárquico (referida como "04") para prestar apoio pessoal e colher informações sobre a conjuntura de forças dentro do sistema prisional para o Comando Vermelho. Servia como canal para que presos em RDD solicitassem benefícios, como visitas íntimas, diretamente à cúpula da facção.
Luã Santos da Costa (BDM): Era responsável por utilizar suas prerrogativas para levar papéis com instruções sobre preços de remessas de drogas ("tipo exportação", "flor") para o interno Wesley Willian. Também fazia a gestão de armamentos, tratando da responsabilidade sobre pistolas deixadas com terceiros.
Luan Mascarenhas de Souza (CV): Realizava "falsos atendimentos jurídicos" para Francileno de Jesus Nunes, entregando cartas e anotando comandos sobre a alocação de armas de fogo ("peças") e a regularização de veículos para uso da facção.Os dez advogados presos durante a Operação Sintonia de Gravata tinham cargos e funções diferentes em facções criminosas na Bahia, a exemplo do Comando Vermelho (CV), Bonde do Maluco (BDM) e o Terceiro Comando Puro (TCP). A investigação revelou que advogados utilizavam indevidamente suas prerrogativas profissionais para atuar como mensageiros, facilitando a comunicação entre lideranças presas em unidades de segurança máxima e membros externos.
Segundo denúncia obtida pelo Bahia Notícias, nesta segunda-feira (6), os profissionais presos tinham condutas individuais, que extrapolavam a assistência jurídica para abranger a gestão financeira, logística de armas e tráfico de drogas. Os cargos deles iam desde a gestão de armamentos, como a contabilidade de facções e até o transporte e tráfico de drogas.
Os profissionais ainda realizavam engrenagens de gestão entre os chefes do tráfico presos, sendo representante deles, que estavam em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) e os membros em liberdade.
De acordo com o documento acessado pela reportagem, os profissionais presos tinham papéis e funções diversas na organização criminosa. Veja como funcionava a estrutura e os cargos que cada um dos advogados tinham nas facções:
Joanderson Almeida dos Santos (BDM): Último preso na operação, o defensor atuava como integrante do Bonde do Maluco, tendo o cargo de assessor contábil e de gestão. Joanderson apresentava extratos de receitas e fluxos financeiros da venda de drogas para o traficante Leandro, conhecido como Leo Gringo. Suas condutas incluíram a coordenação da compra de veículos e imóveis para a facção, além de discutir estratégias de lavagem de dinheiro através da emissão de notas fiscais falsas.
Izabela da Silva de Oliveira (BDM): A defensora, além de mensageira, acumulava a função de operadora financeira do Bonde do Maluco. Mantinha alto grau de intimidade com o líder Averaldo Ferreira, realizando pessoalmente transferências via Pix para outros comparsas por ordem dele. Também transmitia informações sobre o tráfico de drogas na região da Barra, em Salvador.
Tamires Félix Alves da Silva (BDM): A advogada era interlocutora entre núcleos distintos da ORCRIM, prestando serviços para lideranças como "Colorido" e "Arco-Íris". Suas condutas envolveram a leitura de resumos financeiros mensais (superando R$ 116 mil) para o criminoso Décio Douglas e a negociação de dívidas relacionadas ao fornecimento de cocaína ("pó").
Ícaro Cardoso Viana (BDM): O advogado utilizava sua credencial para viabilizar a transmissão de ordens estratégicas do preso Gledson Bonfim, incluindo instruções para que parentes do preso buscassem pistolas e realizassem a entrega de entorpecentes. Também geria a prestação de contas do faturamento do tráfico e a reposição de estoques de maconha ("chá").
Raíza Araújo da Silva (CV): A advogada atuava a mando de uma liderança de alto status hierárquico (referida como "04") para prestar apoio pessoal e colher informações sobre a conjuntura de forças dentro do sistema prisional para o Comando Vermelho. Servia como canal para que presos em RDD solicitassem benefícios, como visitas íntimas, diretamente à cúpula da facção.
Luã Santos da Costa (BDM): Era responsável por utilizar suas prerrogativas para levar papéis com instruções sobre preços de remessas de drogas ("tipo exportação", "flor") para o interno Wesley Willian. Também fazia a gestão de armamentos, tratando da responsabilidade sobre pistolas deixadas com terceiros.
Luan Mascarenhas de Souza (CV): Realizava "falsos atendimentos jurídicos" para Francileno de Jesus Nunes, entregando cartas e anotando comandos sobre a alocação de armas de fogo ("peças") e a regularização de veículos para uso da facção.
A menina de quatro anos foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com um corte na cabeça. Não há informações sobre o estado de saúde dela. O suspeito foi preso momentos depois, dentro da própria casa. Com ele, foi apreendida o facão usado no crime e uma espingarda de fabricação caseira. O crime foi registrado como violência doméstica. (g1)