Segundo informações do g1, ela viveu por cerca de 14 meses com a família no distrito de Pirabeiraba. Durante esse período, alegou ter Transtorno do Espectro Autista (TEA) para justificar sua aparência adulta.
Também afirmou que havia sido forçada a fazer uso de hormônios, o que teria lhe dado uma aparência mais velha. A suspeita ainda disse ter sido vítima de abusos e utilizava essa alegação para justificar o fato de não frequentar a escola.
“A menina não ia para a escola porque conseguiu convencer a família adotiva de que, se fosse para a escola, o ‘pai abusador’ saberia onde ela está”, explicou o delegado Rodrigo Bueno Gusso ao g1.
A mulher conheceu o “pai” e a “mãe” após relatar a um pastor que havia deixado o Pará por sofrer maus-tratos. A comunidade religiosa a acolheu até que ela passou a viver com a família.
As investigações apontam que o casal tentou formalizar a adoção, mas a suspeita sempre evitava o assunto. A família chegou a planejar uma festa de 12 anos para ela e a custear um tratamento para obesidade.
Segundo a polícia, a mulher já teria cometido crimes semelhantes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás. (Correio 24h)
A localização da suspeita foi possível graças a um trabalho conjunto de inteligência realizado pelas Delegacias Territoriais (DT) de Valença e de Senhor do Bonfim. De acordo com as investigações policiais, a mulher é suspeita de integrar uma associação criminosa especializada no roubo de veículos.
O grupo atuava extorqu indo as vítimas, exigindo transferências financeiras para que os bens subtraídos fossem devolvidos. O trabalho de investigação e o cruzamento de dados bancários identificaram que a suspeita é a titular das contas correntes para as quais eram direcionados os valores extorquidos das vítimas.
A captura foi executada por agentes da 1ª Delegacia Territorial (DT/Senhor do Bonfim), com o suporte operacional do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Centro-Norte).
Após a realização dos procedimentos legais cabíveis na unidade policial, a custodiada foi transferida para o Conjunto Penal de Juazeiro, onde permanece presa e à disposição do Poder Judiciário. Bahia Notícías
De acordo com relatos de testemunhas à polícia, obtidos pelo G1, os três suspeitos vestiam roupas pretas e usavam capuzes para esconder os rostos. Eles chegaram ao imóvel e se identificaram falsamente como policiais para obter acesso ao interior da casa.
Após conseguirem entrar na residência, os homens dispararam contra Mateus, que morreu no local antes de receber socorro médico. Familiares do jovem estavam na casa no momento do crime e presenciaram a ação.
Logo após a execução, os criminosos roubaram os aparelhos celulares de Mateus e de sua companheira. Na sequência, o grupo fugiu do local. Até o momento, nenhum suspeito do crime foi localizado ou preso pelas forças de segurança.
O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios (DH) de Feira de Santana, que busca identificar a autoria e a motivação do crime. O corpo de Mateus foi removido e encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) da região para a realização de necropsia. G1
A prisão ocorreu no sábado (30), após a deflagração da Operação Hang Loser, realizada pela Polícia Federal na última quinta-feira (28). A investigação apura crimes de estupro de vulnerável, produção e armazenamento de material contendo cenas de abuso sexual contra crianças e adolescentes.
Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, agentes recolheram aparelhos celulares e outros dispositivos eletrônicos que passarão por perícia. Conforme a PF, os indícios surgiram após relatórios de monitoramento cibernético apontarem o armazenamento, em serviços de nuvem, de arquivos com conteúdo ilegal envolvendo menores de idade.
A corporação também esclareceu que não encontrou qualquer estúdio de produção audiovisual na residência, informação que circulou de forma incorreta nas redes sociais após a operação. Segundo a PF, a investigação identificou apenas que parte das imagens analisadas foi produzida em ambientes da própria casa do suspeito.
Com base nas provas reunidas durante as diligências, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva do investigado, que foi autorizada pela Justiça e cumprida no último sábado. (Correio 24h)