O motivo, segundo a família, seria financeiro. Dona Josefa mora em um dos apartamentos de um prédio de três andares pertencente à sua filha Tereza e paga cerca de R$ 1.200 de aluguel, valor abaixo dos R$ 1.600 cobrados de outros inquilinos. A suspeita, que também administra o imóvel, teria interesse em retirar a avó para alugar o apartamento por um preço maior.
No dia das agressões, Vivian entrou no apartamento sem autorização acompanhada de um homem, retirou o fogão e o botijão de gás e desligou a energia elétrica do imóvel. Ao tentar impedir a ação, a idosa foi agredida fisicamente.
Outro neto, Matheus Gomes, soube do ocorrido pelos vizinhos e foi até o local. Ele afirmou que precisou retirar a avó da própria casa por segurança e alertou que a suspeita está foragida. A família registrou boletim de ocorrência, e a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo confirmou que Vivian é investigada por lesão corporal e exercício arbitrário das próprias razões, na Delegacia de Proteção ao Idoso de Guarulhos.
Dona Josefa relatou ao programa Balanço Geral que está exausta com a situação. Vivian, por sua vez, disse à TV Record que a avó não deveria morar sozinha e que é ela quem mais cuida da idosa.
De acordo com a Polícia Militar, a ação foi frustrada por um policial de folga que estava em um restaurante, acompanhado do proprietário da loja. Ao verificar o sistema de monitoramento e perceber o assalto em andamento, o empresário pediu ajuda ao agente, que interveio.
Funcionários do estabelecimento foram rendidos pelos suspeitos, obrigados a fechar as portas e, em seguida, a deitar no chão. Em seguida, a dupla passou a recolher celulares e outros itens das prateleiras.
Quando o policial se aproximou, os suspeitos tentaram fugir em direções opostas. Um deles abandonou uma mochila com parte dos produtos em via pública, enquanto a adolescente acabou sendo baleada .
Entre os itens recuperados estão celulares, fones de ouvido e outros eletrônicos, avaliados em aproximadamente R$ 200 mil.
Mesmo ferida, a adolescente entrou em outras lojas da região em busca de ajuda. Ela foi identificada por policiais e apreendida.
Esta é uma das conclusões do 5º Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios, divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
De acordo com o levantamento, a participação das mulheres no mercado de trabalho passou de 7,2 milhões para 8 milhões de trabalhadoras, o que corresponde a um acréscimo de cerca de 800 mil postos.
O avanço foi ainda mais expressivo entre mulheres negras (pretas e pardas), cujo número de ocupadas aumentou 29%, de 3,2 milhões para 4,2 milhões.
Desigualdade salarial
Apesar do aumento do emprego, a desigualdade salarial entre homens e mulheres praticamente não se alterou em relação ao relatório anterior. Em 2023, as mulheres recebiam 20,7% menos que os homens; agora, a diferença passou para 21,3%.
Já no salário mediano de contratação, a diferença subiu de 13,7% para 14,3%, variação considerada estatisticamente estável.
O relatório se baseia em dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e reúne dados de cerca de 53,5 mil estabelecimentos com 100 ou mais empregados.
Segundo o levantamento, o salário médio no país, que reúne todos os salários e divide pelo número de trabalhadores, é de R$ 4.594,89. Já o salário contratual mediano, que fica no meio da escala que considera desde o salário mais baixo até o mais alto, é de R$ 2.295,36. (Agência Brasil)
Em decorrência das investigações, a prefeitura de São Paulo informou que o professor foi desligado de suas funções na rede municipal de ensino. A série de denúncias — que inclui acusações de pedofilia — veio à tona neste mês, sete anos após a participação do intérprete no evento presidencial.
O caso começou a ser investigado após a mãe de um adolescente denunciar os atos cometidos contra o filho. Segundo os relatos, os abusos contra esse jovem iniciaram em meados de 2022, quando a vítima tinha 12 anos, e se estenderam por um período de cerca de três anos. O adolescente relatou ter compreendido a natureza das violações apenas em março deste ano, após assistir a uma palestra escolar voltada à conscientização sobre violência sexual.
As denúncias contra o professor foram inicialmente reveladas pela Rádio BandNews e, posteriormente, confirmadas pelo portal Metrópoles. Bahia Notícías
De acordo com informações divulgadas pela Polícia Militar do Mato Grosso (PM-MT), o menino foi levado para uma residência por quatro homens, que o arrastaram pelos braços. A vítima também apresentava lesões no rosto, causadas por agressões. A criança relatou ainda que foi obrigada a cavar a própria cova.
Após ser resgatado por policiais da Companhia de Motopatrulhamento Tático Raio, o menino contou que os suspeitos estavam realizando o “tribunal do crime” e que, após a execução, ele seria enterrado em um local conhecido como “Fazendinha”.
Segundo o relato, o jovem foi submetido ao tribunal sob suspeita de furtos na região. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.
Os quatro suspeitos foram presos em flagrante. No local, a polícia apreendeu objetos como facas, pá, picareta, enxada, além de três balanças de precisão, dinheiro em espécie, celulares e chips telefônicos. (Correio 24h)